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Cartas

VOCÊ É O PROBLEMA!

VOCÊ É O PROBLEMA!



----- Original Message ----- From: NINGUÉM ME DÁ PARABENS POR SER QUEM SOU! To: contato@caiofabio.com.br Sent: Thursday, October 06, 2005 11:51 AM Subject: Me ajude! Bom dia meu pastor! Acho que agora conseguiremos conversar a respeito das minhas frustrações e traumas, que me acompanham desde a gravidez da minha mãe. O sonho dela era ter uma menina, mas vieram quatro homens antes; e então eu cheguei, num momento ruim, conturbado, onde ela descobriu a traição de meu pai; e o que era pra ser maravilhoso tornou-se um problema. Sofremos muito com tantas brigas e situações em delegacias por causa dos barracos dela. Quando ele demorava um pouco a voltar pra casa... e foi assim conforme trinta longos anos. Eu entrei em parafuso! Na psicóloga não consegui me libertar do medo da vida de mentiras e inseguranças. Também fui a igreja e fiz “cura interior” na Sara Nossa Terra; e, depois no desespero, fui até um monte de vezes na Universal. Nada mudou. Fiquei decepcionada. Tive uma infância difícil, onde só homens podiam as coisas. Eu não! Até porque na Batista onde fui criada, o pastor nos tratava como no quartel dele; e tudo era pecado, e Deus castigava tudo. Então, com 9 anos, meu avô paterno me acordou passando as mãos em meus seios, e fiquei em estado de choque. Pior foi contar a minha mãe e vê-la não acreditar em mim durante anos. Minha avó também não cria, e só na morte dele ele confessou o que fez ao pastor, e pediu perdão a Deus; mas comigo não deu tempo dele falar. Com 11 anos um moço que morava perto da minha casa, fez o mesmo. E eu me achava cada vez mais suja e feia por isso. Com 15 anos comecei a namorar na igreja. Tudo certinho. Três anos depois ele me disse que eu era “criança”, e em seguida se casou com outra. Acho que já vinha me chifrando com ela. Fiquei péssima. Demorei a me relacionar de novo. E aí, com 20 anos, estava apaixonada por um moço maravilhoso, que orou pra Deus lhe mostrar sua esposa, e me viu... e tivemos várias confirmações em sonhos, profecias, visão, tudo... Ele terminou comigo quando ficaríamos noivos, dizendo que saiu da igreja, e que iria “aprontar”; e que depois voltaria. Eu esperei quase 1 ano. Jejuei e orei, e fui falar com ele, que já estava namorando outra pessoa, com quem ele casou. Quando ficaram noivos eu descobri um rapaz apaixonado por mim; no meu pé há quase um ano. Disse que seria mãe dos filhos dele e que só eu casaria com ele. Então resolvi dar uma chance. Parecia tão romântico e legal! E namoramos alguns anos, noivamos..., mas houve brigas, e terminamos. Então, ficou aquilo de idas e vindas. Quando vi estávamos de data marcada para casar, mas eu não estava feliz... E temia que se ele fosse igual aos outros, só me usaria, e tchau. Mas ele como não era cristão desde infância como eu, achava que só beijo, pra quem tava casando, era coisa ridícula da igreja. Então tivemos algumas intimidades e fiquei grávida sem penetração: virgem e grávida! Desmaiei... Minha ginecologista não acreditou, pois há pouco tempo tinha me examinado, e dizia: Você não tem sexo, por isso não se preocupe com nada. Está tudo bem! Mas o meu filho já estava pronto com 3 meses; apareceu na tela; eu não acreditei que meu sonho foi por água abaixo como da minha mãe: era um menino. Adoro bebes, e não fiquei feliz com o meu. Isso me culpou demais. Daí... contar aos meus pais... adiantar a data do casório... planos interrompidos. Ele me dizia que seríamos felizes. “Vou mostrar ao teu pai e teus irmãos, que te humilham tanto, como você deve ser tratada, como uma princesa, que é o que você é para mim”. E fomos em casa trocar de roupa para irmos a um hotel. Então me deu um desespero... Agora seria sexo de verdade. Aconteceu e não foi bom! Ele ficou muito triste! Fomos ao pastor, e eu disse a ele que era frígida, que queria mudança em mim... Não soube ser dona de casa. Só dormia, chorava e comia sem parar... Engordei muitos quilos; e sexo... nem pensar. Ele, mesmo assim, dizia me amar, e que isso passaria quando nosso filho nascesse. Mas não foi assim. Ele saía cedo pra trabalhar. Eu passava o dia sozinha, sem minhas amigas, e com um filho que chorava sem parar... de madrugada também... E meu marido saía pra não brigar..., porque eu “estava acabada”, como ele dizia; e “nem aí pra ele”. Então num sábado de futebol mandei arrumar sua mala e ir de vez curtir seus amigos do futebol; já que ele era dado a um barzinho até altas da madruga; e, assim, ser feliz, pois eu estava pedindo a morte. Um grupo de pesquisa veio me entrevistar, pois fui a única que tive depressão pós-parto naquela época. Me senti um monstro: nem aí pra um bebe lindo que Deus me deu. Tomei Valium, mas passava pro leite, e ele ficava meio bobo. Aí o médico trocou por Lexotan, Gardenal e outros... Só desmamei um ano depois das drogas. Comecei a melhorar e emagrecer. Consegui um emprego e comecei a ficar com meu marido. Mas meu marido estava com uma mulher há alguns meses. Então deu escândalo com a mulher dele. Assim, tentei olhar pra ele diferente. Aí ficamos juntos algumas vezes, mas ele queria que eu fosse batalhadora, linda como a outra, e eu não soube ser. Então vieram brigas e tribunais...; e três anos depois, numa visita dele, decidida pelo juiz, ele me jogou na cama nova que eu tinha feito, King Size. Disse que tinha que inaugurar comigo, que não seria de outro homem..., e, em dez minutos, eu estava grávida da nossa filha. E lá em baixo, enquanto “isto”, a mulher dele chamando. Ele foi e levou meu filho, e disse assim: “Agora você ficou grávida!” E eu disse: “Tá amarrado!” Mas fiquei mesmo grávida. Agora que estava magra, trabalhava e estava feliz, fui apedrejada por todos: amante do ex-marido. Que vergonha! Quis morrer... Ele, pra piorar, disse a ela que o filho não era dele, que era mentira minha. Um escândalo nas famílias, e como sempre levei a pior. Ela me ameaçava e dizia que eu e a minha filha, no meu ventre, iríamos morrer, as duas; pois ela pedia no terreiro toda sexta-feira. E como minha sogra também sempre fez por ser contra nosso casório, porque dizia que eu não servia pro filho dela, a outra tinha apóio. Ela não gostava de mim, mas a doida sim. Então minha gravidez foi um inferno, não curti nada; e toda pessoa que ficava sabendo, eu dizia: “Coitada”. E me corrigiam. “Você é quem fez a merda”. Pra ela eles davam parabéns, coisa que não lembro de ouvir de ninguém durante minha vida. Quando fomos ao tribunal, ela pediu teste de dna, e eu fiz questão. Daí tudo foi esclarecido, mas ela proibiu ele de ir conhecer, no hospital ou em casa, a nossa filha. Eu disse que ela ia cobrar dele mais tarde isto, e que tirasse uma foto pelo menos, mas ele se negou. O irmão mais velho dele estava morando na casa deles de favor, mas desejando a mulher dele... E armava tudo pra ela descobrir que ele registraria a filha. Foi a gota d’água. Nos viu no cartório e mandou ele embora... Sem emprego e sem casa, pois era tudo dela. Ela, com ódio, aceitou ficar com o irmão dele; e tiveram uma filha quase junto com a minha. Ele ficou com ódio de mim, da filha, e foi embora daqui do nordeste. Lá no outro lugar ele namorou muito, e disse que tava com nojo dela. Eu pedi pra voltar, mas só durou três dia... Então, tudo de novo... Foi embora... e sua mãe mandou ele levar com ele qualquer mulher para fora do país, onde ela estava morando; e ele levou outra com ele. Fiquei arrasada: amando meu ex-marido, criando sozinha dois filhos; só que agora sem emprego... Assim, voltei pra casa da mamãe. Ele disse que nunca vou conseguir outro homem assim como ele; e todos dizem que não sei viver sem mamãe. E, por isso, não paro em emprego, sempre achando que não vou crescer nunca! Eu ouvia: “Passar no vestibular; você? Nunca conseguirá trabalho! Coitada! Vai ficar magra, hahahah... Qual homem irá querer você assim, e com dois filhos?” Cheguei ao fundo do poço na UTI, desenganada por uma pneumonia aguda, rara no mundo. De novo fui objeto de estudo da universidade local. Aquilo me acabava. Acordava 7 da manhã com todos mexendo em mim, como uma morta; e eu morta de vergonha, porque tinha que ficar nua exposta todo tempo! Foram os piores momentos da minha vida! Que solidão! Que dor! Que falta de ar! Quantos aparelhos enfiados em mim! Aquela mascara! E uma barata subiu em mim... Nunca fui tão lixo! Um dia, depois de maus tratos que recebi da sogra dele, entrei em coma; mas disse pra Deus que iria magoada com Ele, que pensei que seria feliz aqui em baixo, que só queria saber como é ser feliz aqui, pois, “lá em cima” seria tudo bem... E o médico disse ao meu irmão mais velho que podia avisar a família que das cinco horas da tarde eu não iria passar; e ele veio se despedir; e comprar o caixão; e disse: “Deus, ajudei a criar, a batizar, a casar.. e vou ter que fazer seu enterro? Por que ela não pode ser feliz?” Todos vieram e avisaram meu “ex”. Ele deixou a guarda dos filhos pra meu irmão, dizendo que seria pai melhor do que ele. A mulher dele não gosta de crianças e que lá ninguém tomaria conta deles, pois é muito caro babá, e atrapalharia a vida deles. Foi quando um milagre aconteceu. Eu voltei, sentei na cama, tirei tudo... As enfermeiras diziam: “Corre! é a melhora da morte!” Eu disse que iria embora, que Deus tinha me curado. Fiz me tirarem de lá. Não agüentava ver gente morrendo e gemendo, e também vi o que fazem depois que morremos: é um nojo! Não vai sair da memória nunca!!!!!!!!!!! Voltei pra casa com as chapas pra testemunho de cura: uma preta e a outra branquinha! Pulmões novos pra gloria de Deus! E aí, pra decepção de todos, passei no vestibular! Consegui manter os quatorze quilos eliminados em uma semana de UTI; e fui enxergada por um homem. Isso foi demais!!!!!!!!!!!!! Faze três anos que nasci de novo e ninguém me parabeniza; pelo contrário, dizem: “Quero ver até onde ela vai conseguir manter-se como adulta, pois está desempregada”. O meu “ex” disse que vem e vai levar os filhos pra passear, pra eu descansar e cuidar da vida. Não saio daqui há mais de 10 anos! FICO FELIZ POR MEUS FILHOS, mas triste e humilhada. Mais um vez preciso da sua ajuda, pois, não sei o que fazer. Preciso aprender a esperar mais da vida. Por favor me ajude a descobrir quem eu sou e o que fazer pra ser aceita, e amada pelos meus pelo menos. Quero crescer. Quero trabalhar. Quero voltar pra minha casa. Quero ser amada de novo ou pela primeira vez, se for possível. E sei que em Jesus posso; só não sei como. Já perdoei a “mulher” do meu pai, minha sogra, meu marido, a mulher dele, o irmão dele, que foram cruéis com minha filha... Mas ainda não fluiu minha vida. Não sei se consegui me expressar, mas é mais ou menos isso! Obrigada, e que Deus te use para comigo. ___________________________________________________________ Resposta: Minha querida amiga: Graça, Paz, Alegria e Esperança! O Salmo 84 nos ensina que os caminhos “de fora” são construídos “dentro” de nós. Assim, é o homem que tem “os caminhos do coração aplanados” aquele que, do lado de fora, na estrada da realidade, transforma “o vale árido em manancial”. As “ciências da alma” teriam um prato cheio em você e sua história. E, certamente, com o pai que teve, a mãe que tem, o avô e a avó que tinha, o histórico de frustrações afetivas que tem pra contar, os acidentes que lhe acometeram: engravidamentos não planejados, os traumas sexuais decorrentes da infância e da criação, e tudo mais...— você é um prato cheio para “estudos”. Todavia, depois de anos lidando com gente, e vendo toda sorte de coisas acontecerem às pessoas, tenho algumas coisas por certas. E, entre elas, está o fato de que sua história não é para ficar no divã do analista ou psico-terapêuta. De fato, eu creio que sua “cura” não está longe, em lugar algum fora de você. Além disso, também não acredito que longas sessões de analise é que irão ajudar você. Isto porque, minha querida, só há uma coisa que lhe falta, e esta tem a ver com a capacidade de desenvolver gratidão. O que senti lendo sua carta é que a começar do fato de ser a única mulher numa casa de homens, e de ter crescido entre brigas e confusões familiares, e de ter sido molestada pelo avô, e de ter apenas conhecido machos que não foram homens para com você —; você acabou por se tornar uma “cidadã vitimada do universo”. Sim, você busca da vida o que a vida não tem para dar, que é felicidade e facilidade. Não há nada nesta existência com poder de fazer um ser infeliz se tornar feliz, a menos que ele assim decida que será. O que acontece é que você morre de pena de você mesma. Gostaria que a vida a “parabenizasse”, a tratasse bem, e visse em você a princesa que você é. No entanto, minha irmã, a existência não existe com tal poder. Sim, na vida, a gente é que tem que se auto-parabenizar pela via da Gratidão a Deus. Jesus disse que tudo está no nosso olhar. Um olhar bom e grato, gera um ser iluminado. Um olhar escuro, negativo e ingrato, enche o ser da pessoa de escuridade. Desse modo, o que tem que mudar é seu olhar. Sim, se você não se parabenizar por ser você mesma, saiba: ninguém o fará! Além disso, pouca coisa faz alguém tão infeliz quanto esse olhar que cobra felicidade da vida. A existência não tem compromisso com sua felicidade, mas apenas com sua morte. E mais: se você não olhar a vida com a luz da gratidão, nem Deus poderá fazer você feliz. Leia as “bem-aventuranças” (Mt 5) e você verá que os felizes choram, nem sempre têm o que desejam, freqüentemente fazem renuncias, vivem trabalhando pela paz e pela justiça, e, podem até ser perseguidos por serem quem são. Todavia, o olhar deles está nos céus; e, por tal olhar, eles encontram regozijo mesmo aqui, mesmo enquanto a vida, muitas vezes, os maltrata. Você tem um dos piores vícios existenciais que existem, que é esse olhar negativo, e essa falsa impressão de que a existência lhe deve algo. Ora, eu disse que isto é um vício apenas em razão de que tal coisa condiciona a pessoa como um todo. Muda até os hormônios. Altera até mesmo o cérebro. Mexe com tudo em nós; e também provoca um monte de coisas ruins fora de nós. Sim, porque nós criamos o nosso próprio caminho exterior a partir de nosso caminho interior. Portanto, se você tem um coração esburacado pelo seu olhar negativo e auto-vitimado, você jamais será feliz e nem será capaz de ser feliz com ninguém. Prova de tudo o que eu disse é que você se mede pelos acontecimentos exteriores. Sim, parece que a cada conquista, você se vinga; e que a cada realização, você apenas demonstra para os outros sua capacidade de fazer. Mas não aparece o olhar da gratidão no que você diz. Até mesmo o marido que você deseja, só virá se você se deixar transformar. Do contrário, você será apenas usada e deixada sempre, pois, ninguém suporta viver com alguém que não se ama e não se trata bem. As suas duas experiências de gravidez bem ilustram sua situação: você fica grávida sem penetração, sempre nas bordas, sempre nas beiradas, sempre por acidente! Ou seja: você aprendeu e internalizou esse padrão de ser virgem-grávida; ou, em outras palavras: uma mulher que do prazer só tem a dor! Chegou a hora de você deixar de ser a virgem-grávida. De fato, esta é a hora de dar à luz por desígnio e vontade, e não por acidente; e, você sabe, é obvio que estou apenas usando isto como ilustração de seu estado psicológico. Assim, minha querida, aproveite que as crianças vão passar umas férias com o pai, e use esse tempo em seu favor. Aproveite para começar a viver, a sair, a conhecer pessoas, a se manifestar como um indivíduo, a andar na grama, a tomar banho de sol, a dançar, a celebrar a vida que está em você; e, sobretudo, a ser propositiva em relação à existência. Gente que se faz bem não tem muitas expectativas em relação aos outros, e, por essa razão, vive esperando na Terra apenas o resultado da semeadura de amor e fé que pratica como um ser existente, independentemente do que os outros façam por elas. Dessa forma, viva sabendo que tudo está nas mãos de Deus, mas que Ele deu a você o privilégio de andar por você mesma, e conforme sua consciência. Sim, porque somente as obras geradas pela consciência responsável e grata, é que fazem a pessoa andar e conquistar realidades interiores que se transformarão em caminhos de vida do lado de fora. O que lhe falta como mulher é o que você não teve como menina e jovem: liberdade de ser e experimentar a vida sem medo e com alegria. E mais: falta a você a coragem de acertar e errar por conta própria, sem reclamar da falta de assistência dos outros. O melhor a fazer nesta vida é tratar-se como se a existência não tivesse nada de bom para nos dar, e, assim, viver com despreocupação com os “pagamentos” da existência, se são justos ou não. Quem assim se trata, sempre se alegra, pois tudo o que de bom e bem acontece a tal pessoa, já é para ela um bônus da vida, e não o pagamento de uma dívida da existência para com você. Portanto, numa hiper-simplificação, eu digo a você que seus exercícios existenciais, psicológicos e espirituais, devem ser todos de natureza grata. Sim, é hora de deixar coisas para trás e celebrar o fato de que você passou por tudo isto e ainda está aqui, desejosa de encontrar o amor. Talvez, se você tivesse a chance de falar com seus ex-namorados, e a eles perguntasse o que fez com que eles não tenham ficado com você, certamente a resposta seria a mesma: “Eu gostava de você. Mas você era negativa demais. Por isso eu não fiquei!” Ora, o que aqui digo hoje é só o começo. E espero que você comece a praticar essas coisas tão simples que lhe sugeri. E, eu sei, em pouco tempo as coisas começarão a “fluir”, conforme você disse que não acontece. Mas saiba: não acontecerá enquanto você não desentupir seus canais interiores e não decidir que sua vida é sua. Nem mesmo o mais apaixonado dos homens teria o poder de fazer você feliz caso você mesma não o seja, e por amor a si mesma e gratidão em Deus. Pense no que lhe disse e me contate outra vez! Receba todo meu carinho e amizade no Senhor da Vida. Aguardo sua resposta! Nele, que nos ensinou que no mundo teríamos aflições, mas que olhando para Ele nós venceríamos as dores desta vida, Caio