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Cartas

SEM BARGANHAS COM O

SEM BARGANHAS COM O "SEM BARGANHAS COM DEUS"

----- Original Message ----- From: Ferdinando Cabral To: Um monte de gente de editoras e livrarias e amigos do remetente (foram retirados por mim, por uma questão de privacidade) Sent: Friday, March 03, 2006 4:58 PM Subject: Livro "Sem Barganhas com Deus". Livro "Sem barganhas com DEUS", Autor; Caio Fábio (www.caiofabio.com.br). Caros amigos, que a paz esteja sobre vocês !!!! Creio que por questões de sobrevivência, as livrarias têm colocado em suas prateleiras literaturas repletas de ilusões, que são consumidas pela grande maioria dos homens; posto que estes se encontram sem referencia (sem centro), em face de sua distancia da verdade; seguindo o processo de um cego guiado por outro. Digo isso pois já fui cego; um cego grande consumidor de livros de auto-ajuda, literatura esotérica, livros com promessas de paz e sucesso financeiro, cultura oriental, técnicas de meditação e etc...; mas que nunca geraram paz/sucesso para mim por mais de uma semana após sua leitura. Quem os consome sabe que falo a verdade. Houve épocas que cheguei a perder um bom dinheiro com livros (principalmente sobre assuntos relativos ao cristianismo); e pior: li muitas coisas que me induziam a fabricar um ídolo/ficção/mito sobre Deus. Se fosse seguir alguns entendimentos dos livros religiosos, ficaria com um "deus' pequeno e mesquinho, do tamanho da mente humana (dependendo da mente humana, até pior). Pois bem, a fim de indicar para vocês boa literatura, conseqüentemente evitando desperdício de tempo, dinheiro e cauterização da consciência, gostaria de falar-lhes do livro 'Sem barganhas com DEUS", do Rev. Caio Fábio (www.caiofabio.com.br), o qual li em Janeiro de 2006. Fiquei impressionado com a facilidade de interpretá-lo, bem como a sabedoria dada por DEUS ao Caio para destruir qualquer entendimento humano que gere barganhas com “o ELE”, levando ao leitor a relacionar-se com DEUS em amor. Pode-se realmente ver através deste livro, que os caídos humanos não são um susto para o DEUS onisciente/onipotente e que o amor de DEUS é o único motivo pelo qual não somos consumidos no mundo, bem como que não podemos fazer nada para que DEUS nos ame mais, posto que até a vida ELE entrega por nós. Achei interessante quando no livro o Caio disse que as únicas pessoas que poderiam ter dificuldades em aceitar tais verdades descritas, são os Lei-tores ( legalistas); e neste clima de liberdade onde ele brinca até com as palavras, é que ele descreve as verdades da Bíblia mostrando a vida como ela é; um caminho que leva a alguns ao crescimento em consciência. Particularmente acho que o livro em referência trata-se de uma leitura essencial a todos os cristãos que vivem neste mundo cercado de religiosidade e distorções sobre DEUS! Se puder destine um pouco do seu tempo para ler e crescer na certeza do amor dAquele que é amor. Você pode comprá-lo diretamente no site do Caio ou nas livrarias de sua cidade. Friso que não conheço o Caio Fábio pessoalmente (apesar dele já ter vindo muitas vezes em RECIFE); e nunca falei com ele por qualquer meio de comunicação; o pouco que sei dele foi através de leitura de seus livros (alguns) e material do site, que eventualmente passo para vocês por e-mail. A minha única intenção em falar de tal livro é por ter um interesse sem barganhas pelos meus amigos, desejando que possam crescer em sabedoria, vivendo a liberdade de uma vida em DEUS. Um abraço a todos, no poder dAquele que é o único caminho para verdade e vida plena, Ferdinando Cabral ________________________________________ Resposta: Ferdinando, amado irmão: Graça e Paz! Tenho convicção no meu coração, com o testemunho do Espírito Santo, que se o leitor não for Lei-tor, no “Sem Barganhas com Deus”, todo ser que deseje saber e viver o sentido simples do Evangelho e do bem libertador que ele promove, nele, no livro, poderá encontrar tal sentido real. E mais: também sei que quando os “preconceitos” derem lugar à leitura limpa e pura, com alma Bereana, conferindo nas Escrituras, tendo a Jesus como “chave hermenêutica” para tudo na Palavra e na vida, as consciências de milhares e até milhões, mudarão. Sim, eu creio! Quando escrevi o livro pensava na “boanovização” dos cristãos, que são esses seres presos nesse limbo no qual eles não chovem nem molham, não saem e nem ficam, dizem-se salvos, mas não conhecem a paz da salvação. Tenho toda convicção adulta em Cristo que a mensagem do “Sem Barganhas” logo será entendida, e, assim, milhares de cristãos sinceros o lerão e provarão a Boa Nova. Sim, muitos discípulos que caminham como quem viaja para o ocaso da fé encontrarão alegria, paz e simplicidade em sua vida e intimidade com Deus. Além disso, sei também do papel terapêutico que o livro tem para todo aquele que nele discernir o Evangelho da Graça, ante o qual Freud é menino e Jung é um garoto esforçado. Por último, quero dizer que o livro foi escrito muito antes de existir algo chamado de “Caminho da Graça”. Portanto, não é um texto que possa sequer ser atribuído a qualquer vontade minha de fazer a cabeça de ninguém para o “Caminho da Graça”. Aliás, quando o escrevi, nem o site existia. E minha motivação à época, sentindo-me morto para a minha geração, foi deixar um testemunho-testamento de minha consciência e liberdade em Cristo, conforme o Evangelho. Desse modo, o “Sem Barganhas”, é algo que eu afixei como pregos de dor, amor e vida, nas portas da catedral de meu coração, como testemunho contra os enganos da religião. Eu só não pensei é que Deus me deixaria ver o que já começou a acontecer. E o que começou a acontecer? Ora, a mais simples e essencial manifestação do Evangelho; ao mesmo tempo em que é o maior pavor da religião: a liberdade de ser em Deus, por Deus e para Deus, sem NENHUMA mediação humana; portanto, nem mesmo do “Cristianismo” ou da “Igreja”. Se eu tivesse dinheiro, imprimiria aos milhares, e daria para quem quisesse lê-lo. Infelizmente não é o caso! Receba meu carinho e meus agradecimentos pela simplicidade e isenção na leitura. Nele, em Quem tudo o que tem de ser dito, será e é dito, seja no interior da casa ou seja na varanda, Caio