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Cartas

Resposta Para Todo Aquele Que Sabe!

Resposta Para Todo Aquele Que Sabe!

-----Original Message----- From: Crente Curioso, que Sabe...mas Pergunta! Sent: sexta-feira, 1 de agosto de 2003 To: contato@caiofabio.com Subject: Aguarda resposta Mensagem: Aqui não há uma Carta. Há sim um espírito que não consigo não discernir. Aqui na net tudo pode acontecer. Tem gente que me escreve e sei que elas são quem são e estão falando delas mesmas, não de uma projeção. Tem gente que fala de “problemas” que são as soluções que eles gostariam de obter, por isto, contam coisas que nem sempre eu sinto que correspondem à verdade—daí centenas de cartas nunca aparecerem aqui em Cartas. Sei que são apenas pré-textos, não textos. Tem gente que muda de nome, e escreve, com sincero desejo de receber um resposta honesta, ainda que o “nome” esteja alterado. Eu sei...quer dizer: sinto! Tem gente que “inventa” tipos, e me “testa”. Tem gente que manda casca de banana pra ver se eu piso. Tem gente que sabe tudo, mas pergunta pra ver se eu sei o suficiente, ou simplesmente pra ver como eu reajo... Tem gente que apresenta um currículo de virtudes pra ver se você se impressiona, e não percebe que quem está ali, de fato, está escondendo outra coisa e outra carência... Tem gente que... Sempre tem gente! É por isto que “colo” certas Cartas que eu mesmo sei que escondem outra coisa, mas como foram formuladas de um modo que responde a doloridas questões de muitos, eu respondo na pureza, pois, sei que os que precisam vão receber o benefício. O que quero dizer é simples: Este é um lugar sério! Quem escrever, confie! Quem escrever, fale de seu coração! Quem escrever, não camufle! Quem escrever, saiba que há milhares querendo coisa séria, e, eu não posso me deixar alugar por quem quer apenas me dizer o que sabe e o que não sabe. Isto aqui não é um concurso de sabedoria. Estou aqui para dizer o que creio, e, para quem tem fé, mas acha que eu posso ser de alguma forma útil. “Saco” muito mais daqui que as pessoas pensam. Sempre respondo o que me perguntam, mas nem sempre acredito que é aquilo mesmo que é a questão da pessoa. Mas respondo aquilo que me perguntam, sempre! Não gostaria de ter que escrever isto, mas é que às vezes me sinto usado por quem não tem nada além de umas “aflições” para compartilhar, e que no início chegam como coisa de vida ou morte. Depois, viram algo mais ou menos—tipo: Bem, pastor, não era tão grave assim! E, num terceiro e-mail, sem explicação, já são coisas do tipo: Me convença que eu creio! Bem, não estou aqui para convencer ninguém de nada. Mas se alguém me fizer uma pergunta, espero que ela corresponda à verdade do coração, e, não apenas a uma “dor” que, ao final, não passa de uma “curiosidade” acerca do eu penso. Todo mundo é gente boa. Mas a gente se acostumou a tentar impressionar até na hora de conversar ou pedir ajuda. Gente, a vida passa rápido... Vamos tentar remir o tempo, pois, os dias sãos maus. E eu nunca estive nessa de explicar tudo, e muito menos de me “excitar” com a possibilidade de explicar aquilo que sei que não é relevante, apenas porque alguém achou que queria me “testar” naquele saber. Bem, a maioria esmagadora escreve com tudo aberto, explicitado, e sem questões já respondidas. Mas, de ontem para hoje vi que se eu não tomar cuidado, vou quebrar todos os meus dedinhos respondendo a perguntas que, ao final, terão como respostas algo do tipo: Disso eu já sabia; ou ainda: Com relação a isto, tenho firme convição de propósito! Então, pergunto eu: por que perguntou? Dessa forma, acabo por responder a um irmão querido algo que não gostaria de ter que ter escrito. Mas o faço apenas para que todos sabiam que meu tempo é curto, e que “saco” muito mais do que digo, apenas não digo para poupar os irmãos, mas não estou deixando de ver as coisas. Nós estamos vivendo dias importantes. Todos nós. E não temos mais tempo para jogos de impressões e nem para questões, que não são, de fato, questões. Isto aqui é virtual, mas tem que ser verdadeiro. Às vezes, olho e chego a ter vontade de dizer: Você sabe tudo o que você precisa a fim de dar o rumo que você desejar dar a sua vida! Suas opiniões são firmes, e bem fundadas. Até as suas dúvidas parecem sólidas; e suas questões, já chegam respondidas! Espero que você use o que sabe para o seu bem. Se você realmente precisar de ajuda, me escreva. Quero ser útil no que você precisar, pois, não serei útil no que você não precisa. Não tenho muito tempo pra que a gente troque “figurinhas” sobre interpretações de textos bíblicos. Há bons Comentários escritos por teólogos e exegetas de nomeada—eu não sou teólogo! Nesse caso, gasto minha energia escrevendo o que eu gosto, mas nunca como um deletantismo teológico ou doutrinário. Escrevo o que me abençoa e aquilo que creio que faz bem aos outros, pois, antes de tudo, faz bem a mim. Ou seja: acho que há muitos irmãos que adorariam "trocar" comigo umas figurinhas, ou bater uma "bola teológica". Sinceramente, esse não é o meu dom! Se eu entrar nessa, não faço mais nada na vida a não ser atender a curiosidades que não produzem vida. E não creio que aquilo que não gere vida, valha a energia da vida, pois, não passa de uma espécie de masturbação-teológico-virtual, mas não produz nada... Ou seja: depois dessas “trocas” não nasce ninguém nove meses depois! Se você achar que eu posso ser útil, me pergunte o que você não sabe. Se você sabe, não proponha o tema como questão. Se você tem dúvida, diga onde está a dúvida. Se você sabe, não pergunte, ponha em prática. Se você não sabe “como” por em prática, pergunte. Se perguntar, não responda na pergunta, pois, um ser ocupado não teria nem o estimulo de responder. Receba meu beijo de irmão. Receba minhas palavras como irmão. E lembre-se: essa foi a razão porque Jesus respondeu a muitas perguntas com outras questões, não com respostas claras! Quem sugere que sabe o que está perguntando, tem que ouvir algo como “vai tu e faze o mesmo!” Bem, acho que de fato só respondi assim uma vez. E não foi com a intenção de ofender, mas apenas de esclarecer o que acho que nem deveria ser objeto de esclarecimento. Afinal, eu bem poderia não ter uma sessão de Cartas. Poderia apenas escrever. Coisa de uma via só, sem interatividade. Mas se é para ser inter-ativo, que seja inter-factual; ou seja: verdadeiro! Não preciso responder cartas. Gosto de fazer apenas aquilo que sei que está fazendo bem. Minha oração é que tudo o que venha a fazer redunde em muitas Graças a Deus. Ele é Senhor em todo lugar, e não há lugar virtual que Ele não veja. Ele vê o coração! Sempre aqui, Nele! Caio