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Cartas

NÃO SEI SE LARGO TUDO E VOU PARA O MINISTÉRIO

NÃO SEI SE LARGO TUDO E VOU PARA O MINISTÉRIO

-----Original Message----- From: Não sei se largo tudo e vou pro ministério To: contato@caiofabio.com Subject: Decisão Mensagem: Olá amado Caio, tudo bem? Pastor, “navegando” pela net hoje o Espírito Santo me levou a buscar este contato. A razão é simples: estou vivendo um momento que você já viveu, meu pastor já viveu e tantos profetas, mestres evangelistas, pastores e apóstolos já viveram. No choro de hoje pela manhã, com minha esposa, procurávamos descobrir o que pode estar dando errado em nossa vida. Tenho um bom emprego. Ela também está crescendo como micro-empresária...mas algo vai dando errado! Caio, peço tua oração e quando tiver um tempinho uma palavra. Creio que na multidão de conselhos há sabedoria. Estou buscando conselho com os homens de Deus que conheço e aprendi a amar e por eles ser abençoado. Por que digo isso: é que o Senhor está falando claro ao meu coração sobre a hora que vivo. É momento de assumir definitivamente o ministério. Amadureci, cresci e já relutei demais... Amado, como foi o teu início? O coração fica assim apertado? Ao ouvir a potente voz de Deus e sentir que tudo caminha para isso a gente sente mesmo esse frio na espinha? Milhões de coisas passam por nossa mente? Filhos, opiniões, sustento??? Bem, creio que já lhe incomodei demais com meu pedido de conselho amigo e orações. Sei que com carinho o amado vai apreciar minha carta sincera, pois ela nasceu com uma lembrança doce da palavra que você trás. Em amor, ____________________________________________________________ Resposta: Meu amado: Paz! Cada um ouve a Voz a seu modo! E cada um também tem uma resposta, que vai da de Jeremias—“eu sou um menino”—à Moisés—“não me ouvirão!” Pode também ser como Amós—“não sou profeta e nem filho de profeta, mas apenas um boiadeiro que ouviu a voz de Deus”. Eu nem tive tempo de pensar. Era jovem—18 anos—e quando vi estava fazendo o que não conseguia não fazer: pregar! Na minha opinião um homem sempre deve buscar ter independência financeira—pelo menos “tendas” a serem feitas sempre que necessário. Independência financeira gera duas boas coisas no ministério: 1. Tira a tentação de querer fazer as coisas darem certo de qualquer modo: a questão de crescer para ter sustento. 2. Dá liberdade em relação ao que se prega, pois não há “barganhas” a fazer com “dizimistas” e nem com os “Idiótrefes: os donos de igreja”—quase conforme o apóstolo João falou. No mais, acho que sempre dá para “conciliar”. À menos que seja uma imposição divina. Tem-se também que quebrar esse paradigma de que o serviço a Deus é uma coisa à parte. Tudo faz parte. Se eu fosse você serviria com o tivesse nas mãos e deixaria o “vento levar”, sem neurose e sem grilo. Nele, Caio