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Cartas

MINISTRA: A ANTARTICA ESTÁ DE PORRE – Caio Fábio D’Araújo Filho

MINISTRA: A ANTARTICA ESTÁ DE PORRE – Caio Fábio D’Araújo Filho

 

 

 

 

   

MINISTRA: A ANTARTICA ESTÁ DE PORRE – Caio Fábio D’Araújo Filho

 

(Ao final se entenderá!)

 

  

 

Querida amiga e irmã Ministra Marina Silva: Graça e Paz!

 

Estou em Manaus, minha terra natal, em razão de grave situação de saúde que acometeu meu amado pai.

 

Estando aqui sempre acabo me insuflando de agonias amazônicas.

 

Como amazonense e discípulo de Jesus, venho informar-lhe [caso não seja de seu conhecimento] acerca da empresa Arkhos Biotech.

 

O texto a seguir é auto-explicativo. Ao final farei rápidos comentários.

 

Ei-lo:

 

A Arkhos Biotech [veja o que é no link http://www.arkhosbiotech.com/empresa_amazonia.asp?pg=0] define seus objetivos em relação à Amazônia da seguinte maneira:

 

 

A Amazônia é rica. Além de recursos tradicionais como madeira, produtos não-madeireiros, minérios e água, a região possui também recursos cujos valores ainda estamos aprendendo a apreciar. Como, por exemplo, o maior estoque de biodiversidade do mundo. Com cerca de 6.000.000 km² de extensão, ela abriga entre 10% e 20% de todas as espécies que vivem em nosso planeta.

A floresta remanescente brasileira representa a maior fonte de biodiversidade mundial. Só na Amazônia brasileira existem mais de 10 mil espécies de plantas possíveis de ser utilizadas como insumos em produtos para a saúde e a aplicação cosmética. Entretanto, hoje, a indústria de cosméticos utiliza apenas 135 espécies da Amazônia com princípios ativos ou constituintes.

O que há de errado? Simples. A Amazônia vem sendo tratada como um problema pelos países que a administram quando, na verdade, ela representa a solução para os problemas do mundo. A missão da Arkhos Biotech, além de mostrar os atributos e peculiaridades da Amazônia, é lutar para torná-la efetivamente um bem mundial, o que, na prática, ela sempre foi. Os primeiros produtos explorados na região, as chamadas drogas do sertão, eram para exportação. A Arkhos Biotech acredita que o mundo deve opinar sobre a gestão da Amazônia porque toda a humanidade vem sendo agraciada com seus bens e seus serviços. A Amazônia pode suprir o planeta e ainda assim ter estoque para as futuras gerações. Pode prover serviços e receber pagamento em royalties por regular o clima do mundo. Tudo isso vem sendo discutido mundialmente.

Está claro que, para países como o Brasil, a Amazônia é um fardo difícil de carregar - como demonstram sucessivamente as taxas de desmatamento da Amazônia brasileira. O Brasil sequer investe em pesquisa na Amazônia. Dos 0,65% do PIB brasileiro investido em pesquisa, apenas 2% são canalizados para a região Norte. Os institutos de pesquisa que surgiram nos últimos anos na Amazônia brasileira, a maioria ongs ou entidades sem fins lucrativos, são mantidos com dinheiro dos países desenvolvidos. Hoje, mais de dois terços da produção de conhecimentos sobre a Amazônia são originados em outros países. Além disso, 78% das pesquisas sobre a Amazônia são produzidas por pesquisadores estrangeiros. A internacionalização da Amazônia já é um fato consumado.

Empresas como a Arkhos Biotech estão ajudando a pensar e a fazer o futuro da Amazônia através da tecnologia, ferramenta capaz de garantir o uso racional dos recursos da região. Empresas que investem em pesquisa para o manejo sustentável de recursos, que alocam e transportam matéria-prima sem prejudicar o meio, que podem garantir a origem e o processo de extração de tudo o que comercializam, que fazem parceria com as comunidades locais gerando renda e melhorando a vida das pessoas. A utilização sustentável e sadia do potencial da Amazônia, seja como celeiro de biodiversidade, seja como depósito de carbono, é a única estratégia possível para salvá-la da extinção total.

O futuro do Homem sobre a Terra depende da Amazônia. Por isso, o objetivo da Arkhos Biotech é ajudar a humanidade a usar e a tomar conta da Amazônia.

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Continuando:

 

1. O Governo Brasileiro tem conhecimento de iniciativas como a da Arkhos Biotech?

 

2. Existe de fato uma conspiração mundial sutil e educada visando a Internacionalização da Amazônia?

 

3. Que ações o Governo Brasileiro tem tomado em relação a tais intentos, no caso de eles serem mais que boataria?

 

4. Em que se baseiam as expectativas “esperançosas” da Arkhos Biotech ante a possibilidade de “savanização da Amazônia” [em razão do efeito estufa - com ou sem desmatamento]?

 

5. Que ações nós, discípulos de Jesus e cidadãos brasileiros, podemos assumir em parceria com o Ministério do Meio Ambiente?

 

Pela leitura de meu site, e pelo que a senhora sabe de mim, tais preocupações fazem parte de minha agenda no Evangelho, conforme alguns dos links de meu site claramente demonstram em suas ênfases.

 

Eis alguns:

 

 



AMAZONAFRICA: a savanização da Amazônia



AMAZÔNIA USA: TÁ FICANDO MAIS NA CARA



AMAZÔNIA MADE IN AMERICA



RORAIMA: AMAZÔNIA USA -- II



AMAZÔNIA MADE IN AMERICA

 

 

A CRIAÇÃO CONTA SUA PRÓPRIA HISTÓRIA



O EVANGELHO ETERNO E A REDENÇÃO DA CRIAÇÃO



Os gemidos da criação (I)



Os gemidos da criação. Não dá pra você ouvir?



Por que os evangélicos não dão quase valor à criação?

 

AL GORE: falando como profeta para a América e o mundo!

 

 

De Um Índio Para os Que Amam a Terra

 

 

DEIXA QUE EU CHUTO A TERRA!

 

A ILHA DE PÁSCOA E O APOCALIPSE

 

 

O GÊNESIS DO APOCALIPSE  

 

 

Assim, peço que a senhora me diga algo sobre as questões acima, e, se possível, peço que também leia as reflexões e opiniões manifestadas nos links que acima lhe enviei.

 

 

Com todo carinho, respeito e com o empenho de minhas orações em seu favor,

 

 

 

Caio

 

18/08/07

Manaus

AM

 

  

Após publicar o texto sobre esta empresa, veio-me a notícia seguinte:

 

A empresa Arkhos Biotech não existe, trata-se  apenas de um jogo patrocinado pelo Guaraná Antarctica. Veja o link http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL16083-5601-6017,00.html

 

Ora, se é assim, mais uma razão para se tratar seriamente a questão. Que jogo se deve e pode fazer com algo tão sério?