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Cartas

MINHA MULHER FICOU DE CASO COM MEUS DOIS PASTORES

MINHA MULHER FICOU DE CASO COM MEUS DOIS PASTORES



-----Original Message----- From: MINHA MULHER FICOU DE CASO COM MEUS DOIS PASTORES Sent: terça-feira, 25 de novembro de 2003 09:11 To: contato@caiofabio.com Subject: SOCORRO! Pastor, casei com 20 anos. Morei na casa de meus pais. Enquanto isto minha esposa teve um caso com um dos pastores da igreja dentro de minha casa, na minha cama. Foram meses...e eu trabalhando. Depois veio um outro pastor. Também na minha cama...e eu trabalhando. Também tinha um rapaz da igreja que ligava e ela ia pro mato ou pro motel com ele...e eu trabalhando. Isso é o que eu sei porque ela me contou depois de flagrada. Mandaram eu liberar perdão. Liberei. Mas não muda nada. Sinto nojo. Temos dois filhos pequenos. Só estou deixando ela ficar pelos filhos. Mas sinto vergonha e nojo. Tento fazer amor com ela, mas me violento. Até na nossa cama ela fez isso com outros homens. Eu estou enlouquecendo. Me ajude. ________________________________________________________ Resposta: Meu amigo: Graça e Paz! Seu nome não é Oséias e o de sua mulher não é Gomer, e Deus não mandou você viver isto como profecia encarnada acerca da infidelidade de Seu povo para com Ele. Portanto, abençoe sua ex-esposa, estenda a sua mão sobre ela e lhe deseje todo bem...e despeça-a para a casa dos pais dela. Procure um advogado e dê entrada no pedido de divórcio! Cuide seus filhos, e ajude-a a recomeçar a vida — esta última parte já é uma atitude cristã para com ela. Mas não se obrigue a tentar nada. Você já foi humilhado de mais—como diriam os mineiros: além da conta sô!—, e não precisa se violentar nem mais um dia. Você ainda está jovem e pode vir a constituir família e ser feliz. Infelizmente é assim: claro, direto e objetivo o aconselhamento que lhe trago. O que passar disso é conversa fiada. Não há mais porque ficar sofrendo algo tão desrespeitoso. Deixe-a ir. Fique, cuide de seus filhos e viva em Deus. A misericórdia o assistirá. Nele, que cuida de todos os deixados e aflitos, Caio Escrito em novembro de 2003