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Cartas

MEU CORPO VOLTOU PARA A MINHA MULHER...MAS MEU CORAÇÃO FICOU

MEU CORPO VOLTOU PARA A MINHA MULHER...MAS MEU CORAÇÃO FICOU

-----Original Message----- From: VOLTEI PRA MINHA ESPOSA, MAS A OUTRA NÃO SAI DE MIM Sent: terça-feira, 2 de março de 2004 14:09 To: contato@caiofabio.com Subject: SINTO SAUDADES E DORES PELA OUTRA Pastor Caio, Moro na Baixada Fluminense, e este é o segundo e-mail que envio; e creio que o primeiro não foi respondido por sua falta de tempo e talvez pela extensão do mesmo. Entretanto resolvi escrever de novo e dizer que tenho lido quase que diariamente as cartas no seu site e hoje considero um manancial para a minha alma. Muitas das cartas tem se identificado comigo e me remetem ao meu passado de muitos conflitos, que resultou no homem que sou hoje; mas graças a Deus tenho conseguido me livrar desses fantasmas e insistem em me atormentar. Depois de um longo "purgatório" estou conseguindo nadar com a cabeça fora da água. Confesso que às vezes sinto saudade do tempo em que estive fora de casa vivendo uma paixão, à qual me entreguei de coração. Mas de uma forma decidida e muito feliz resolvi encerrar e retornar para a minha esposa e filhos. O retorno foi doloroso para mim, pois precisava mostrar para minha esposa que não tinha nenhuma saudade da outra e que minha decisão de retorno foi por amá-la; mas no fundo isso não era verdade; fazer sexo com ela era insípido, com a outra eu fazia amor. Insisti no sexo sem sabor, no convívio sem muita graça, mas investi na relação... viajamos sozinhos...viajamos com os filhos...choramos juntos..oramos. E com muita paciência fomos nos reencontrando, mas o mais difícil foi esconder minha luta interior, isso para não causar desânimo na minha esposa. Hoje temos nos tornado ícones na nossa comunidade, pois pessoas com problemas conjugais estão nos procurando...com muita dificuldade nós temos dado alguma força, cuidando para não nos abatermos com tanta coisa que acontece por aí. Hoje tenho passado por algumas pequenas lutas, e a que mais me incomoda é a paixão que sinto pela outra, pois investi muito naquela relação, dei muito de mim, talvez nunca tenha me dado tanto. A culpa insiste em me rodear, e hoje lendo uma de suas respostas eu vi que a culpa não é ruim de todo; mas não devemos cultivá-la; pois isso tem alimentado o diabo para continuar a nos diminuir. Às vezes me sinto muito mal, pois ela—a mulher de minha paixão—é alguém que confiou em mim, nas minhas promessas, e se entregou também. Era uma moça correta, e creio que não deixou de ser. Virgem por convicção, se entregou a mim por acreditar que seria diferente, e que teria valido a pena esperar tanto tempo (32 anos) pelo homem que seria seu marido. Eu um homem de 36 anos à época...fui até ela e baguncei toda a vida dela. Antes ela era virgem, obediente aos pais, sincera... Hoje é alguém que deve estar amarga com tanta decepção, pois se envolveu com um homem casado; esse homem deixou a família por ela, e depois esse mesmo homem desiste dela e volta para a família. O homem sou eu! Creio que essa história deve ser figurinha repetida em seu consultório, mas infelizmente estou com essa amarra em minha vida, e muito triste pelo que causei...e sempre tenho me culpado por isso. Apesar de ter feito a coisa certa voltando para casa—a minha família está muito bem, e percebo a confirmação de Deus no desfecho—, mas meu coração dói de saudade, e também de remorso por minha irresponsabilidade para com ela. Pastor Caio, desculpe por derramar tantas palavras e abrir meu coração de forma tão clara, eu acho. Pois a única pessoa que sabe dessa minha angústia é meu terapeuta; mas não estou conseguindo ir muito longe com ele; acho que o fato de ser um evangélico...me deixa inibido para me abrir 100%... Tenho muita dificuldade de confiar minha intimidade, acho que minha auto-imagem é muito negativa, e o medo de não ser aceito pelas pessoas me faz guardar dentro de mim as mazelas da alma, e assim vou me camuflando em outras máscaras. Já aprendi também que quando podemos mapear nossas limitações é por que já estamos em processo de cura; mas sempre me lembro de parte de uma poesia, que creio ser da Cecília Meireles: "Sentimento ilhado, morto e amordaçado volta a incomodar...” E assim tenho vivido minha vida, e vivo ansioso para vencer essa batalha que parece que só vai terminar com minha morte ou chegada na Glória. Que Deus continue a te abençoar e produzir no seu coração os conselhos que tanto tem nos confortado, porque a igreja com “i” minúsculo não está preparada para ajudar e encarar pessoas como eu..e com minhas dores; e muitas vezes massacram os indivíduos em nome da religião, cheia de farisaísmo e sem Graça. *************************************************** Segunda carta: Escrevi para você ontem e hoje li a carta da irmã que diz: NAMOREI UM MINISTRO DE LOUVOR, ME ENGRAVIDOU...AGORA QUER TESTE DE DNA. Fiquei pensando no quanto fui cafajeste em relação a minha outra história; mas percebo que não foi bem assim, pois não agi da forma como esse cidadão tem agido. Vejo que ele não tem coragem de assumir o filho, e fazia com a namorada tudo que queria, e ainda massacrava sua moral. Lamento que o "ministro de louvor" tenha feito tanta coisa, e ainda por cima deixado a irmã numa situação tão complicada; e isso só confirma o que disse no final da minha carta; ou seja, que a igreja com “i” minúsculo é muito sem Graça. No meu caso eu gostaria que tudo fosse diferente, e agora não tenho como resolver isso sem fazer alguém sofrer. E mesmo que eu tenha sido um bobalhão como o cidadão acima, eu me arrependo, e vivo carregando minha culpa pela irmã que outrora confiou em mim, e agora deve estar passando por momentos muito ruins, e provavelmente carregando muita culpa no coração. Não temos conversado, pois acho que seria muito doloroso pra minha esposa saber que seu marido ainda continua conversando com a amante; isso na visão da minha esposa; e para minha cura também; pois sofro muito com a falta dela. E também porque optei por levar minha família adiante. Pastor Caio, se puder responda minhas cartas; eu ficaria muito grato. Um abraço, e que Deus continue a te abençoar e que sua vida frutifique mais ainda. *************************************************** Primeira Resposta: Meu querido irmão em Cristo: Pacificação e graça sobre a sua alma! Li as três cartas, embora apenas duas delas estejam transcritas aqui. Não publiquei a primeira porque julguei que se o fizesse, ela exporia demais a distancia entre os conselhos dados por você ao seu amigo, e verdade da dor que você vive. Casamento é uma questão primeiramente de amor; apenas depois é uma questão de fé. Um casamento onde os dois não tenham a mesma fé, ou o mesmo nível de fé, mas onde há amor um pelo outro, como macho e fêmea, homem e mulher, tem muito mais chance de dar certo, do que aquele que é apenas fruto do compromisso de fé, mas onde não há amor. Como você mesmo disse a “igreja” adora ter “testemunhos” de restauração para dar. Está mais preocupada com o “testemunho” do com a verdade da “restauração”. E como você viu, é fácil virar ícone de algo que não é verdade. A verdade de sua história é que você decidiu, por amor aos filhos e à irmã-esposa, que voltaria para casa. Mas seu coração não voltou junto. Graças a Deus os seus filhos estão aproveitando a sua volta. Muitas vezes eles sentem que não “rola nada entre os pais”, e acabam ficando ainda mais frustrados, especialmente quando sabem que a decisão de estar ali é apenas por causa deles. Ou seja: os filhos sempre querem os pais juntos, é obvio e é mais que bom. No entanto, quando vão crescendo, eles querem que aquilo não seja um sacrifício, um exercício de renuncia, carregado de uma dor perene. Pela sua idade eu imagino que eles, os seus filhos, ainda estejam muito jovenzinhos. Cuidado para que eles não se sintam nunca culpados pela sua infelicidade pessoal. O resultado seria desastroso. Quanto à situação, digo-lhe, é infernal. A melhor designação é a famosa frase: “...é uma sinuca de bico”. Duas mulheres, duas irmãs em Cristo, e um homem, também cristão, amando a ambas. A esposa você ama como cristão e parente...ela é a amiga e a mãe dos filhos. Pesa mais que o peso da Terra. Já a outra você ama como homem, a deseja, a quer, sente saudades, gostaria que não houvesse nada disso, que seu caminho estivesse livre...e, então, você correria para ela. Uma outra coisa que você não deve esquecer é o seguinte: uma vez que a “sinuca de bico” se instalou...então, não há saída sem dor...não por muito e muito tempo. Sabe por que? Ora, se você tivesse ficado com a outra—a mulher que você ama—estaria agora cheio de prazer como homem...e amando a sua verdadeira mulher na alma...mas morrendo de dores pelos filhos, angustiado por outra culpa...essa completamente avassaladora para um pai que ama os filhos: a culpa de não ter mantido a unidade de segurança familiar intacta. Meu Deus! Isso arrasa a alma, e quebra o espírito também, muitas vezes inviabilizando o amor verdadeiro...especialmente quando a mãe das crianças faz tudo mais difícil. É sinuca de bico mesmo! Veja como as coisas da vida não são nada simples. E há quem se arrogue a dizer que é simples, que tudo é uma questão de ter vergonha na cara e bom caráter. Os que pensam assim, assim pensarão apenas até que uma calamidade afetiva lhes assole o coração. Então verão que gente boa e de Deus também pode ser enredada pelos misteriosos e inexplicáveis caminhos do amor. Ou, então, mudarão de idéia quando um filho, uma filha, um parente—enfim, alguém que eles conheçam de perto, e saibam que é íntegro, sofra algo assim. Nesse dia eles aprendem como pimenta só arde nos olhos da gente, pois nos olhos dos outros é “bolinho”. Não estou aqui para lhe dar nenhum conselho, nem tampouco para dizer o que você tem que fazer. Deus me livre de entrar em solo tão misterioso e santo. Quero apenas olhar com você para alguns possíveis cenários. 1. Você pode conseguir ficar como está, continuar a terapia, abrindo o coração com o terapeuta—se com um evangélico não for possível, procure um outro—, e conseguir, com o tempo, ir se acalmando e se pacificando...até que tudo isto vire uma lembrança, e que vez por outra terá o poder de arrebatar você...uma música, um perfume, um aroma, uma fala de amor, um momento mágico, uma recordação mais forte que a morte...enfim...haverá ondas, balanços, oscilações, saudades...mas você poderá agüentar, sem dúvida, e viver por uma causa coletiva, maior, mais nobre que seu próprio coração. E, na velhice, certamente as coisas ficarão mais calmas. E se sua esposa for sábia e ajudar você a não se atolar em culpa—pelas eventuais lembranças que venham à cabeça dela pelo ocorrido no “passado”—, então a velhice poderá ser calma. 2. Você pode agüentar tal separação um tempo...mas depois ter uma crise...procurar a outra...e se refastelar em amores...e não conseguir mais não vê-la. Ora, se seu objetivo é não viver mais as agonias de amá-la sem tê-la...então...decidamente...não a veja mais. Do contrário, você vai deixar a sua casa outra vez...sendo apenas uma questão de tempo...provavelmente quando os seus filhos estiverem mais crescidos. Essas coisas habitam o reino do mistério total. É uma das coisas que o sábio de Provérbios disse que não entendia:”...o caminho de um homem com uma mulher”. Portanto, digo-lhe o seguinte: Provavelmente a única coisa que salve você das dores desse amor seria o casamento da outra moça com alguém...e por amor. Do contrário, mesmo que ela se casesse, se você soubesse que ela fez isto apenas para se livrar do amor que sente por você, mais apaixonado ainda você ficaria; e ela, em não muito tempo, mergulharia numa depressão profunda...fazendo com que o encontro de vocês se tornasse inevitável...pois ambos estariam acumpliciados por um amor sacrificial e mutuamente proibido...mais forte do que a morte. Minha certeza é que amores verdadeiros nunca morrem...no máximo se pacificam...e aprendem a honrar e respeitar o coração...buscando viver tal subjetividade sem dor, sem angustia e sem sentimento de perda. Mas todos aqueles que um dia de fato se possuíram, jamais se des-possuirão...à menos que haja um milagre bom para ambos...e que será um milagre de amor...e que não habita o coração...e quando acontece é por pura intervenção do mistério...fazendo com que se ame um outro alguém. Tarefa quase impossível, pelo menos no que tange à qualidade do amor. Tudo o que se possa dizer como “negação” ou com “negatividade” acerca de seu sentimento, apenas tornará o sentimento mais forte, mais compulsivo e mais profundo. Daí eu nunca estimular ninguém a “parar de pensar”...”parar de amar”...”para de sentir”...Não ajuda. Só atrapalha. Amor a gente não expulsa, a gente acolhe. E é só nesse acolhimento devocional que ele pode se acalmar...e parar de maltratar a alma. É por isto que ninguém deve tentar "acordar o amor, até que este o queira". Hoje em dia as pessoas pensam que tudo isto se resolve com uma transada, com um namoro de verão...a crença é que um amor cura o outro. Mas quando cura é porque não era amor o que havia, mas apenas uma paixão passageira. Lutar contra o amor não funciona, pois o que é, é. E não há nada que a alma possa fazer contra si mesma quando está possessa de amor. Portanto, o melhor é deixar...é ficar quietinho...é amar com devoção. E aí é que vem o escândalo. Todos dirão que tal sentimento é pecaminoso; afinal, você é casado...e a mulher de seu amor não é a sua esposa. Mas não há nada que se possa fazer à respeito. A luta contra, como já disse, apenas aumenta o sentimento...podendo fazê-lo tornar-se compulsivo...e desastroso. Nesse caso, mesmo sabendo que os “irmãos” que lerem esta carta vão achar que estou estimulando a manutenção de um sentimento “impuro”, digo a você o seguinte: 1. Se é amor, não o negue. Apenas fale dele com Deus, devocionalmente, e sem medo. Pois, para Deus, você, eu e todos...somos apenas um grande flagrante. Deus habita esse coração confuso que é o seu..e o meu também. Ele participa disso tudo. Portanto, ofereça a Ele esse sentimento, e peça a Ele que o torne em algo que produza vida e paz; não morte e desespero. 2. Deixe a culpa de lado. Seus erros e pecados só Deus conhece. Nem você está certo do que é certo ou errado...para você. Você está fazendo aquilo que é certo levando-se em consideração a “causa familiar”, mas Deus sabe a verdade toda. E seus pecados estão perdoados. Notei o volume de sua culpa pelo modo como você se “identificou” com “irmão cafajeste” da carta que você leu. Ora, uma coisa não tem nada a ver com a outra...mas revela uma certa culpa neurótica, de sua parte. “Do not take the world upon your shoulders”...diz a canção, com toda propriedade e verdade. 3. Evite assumir essa posição de ícone da restauração conjugal. Pode lhe fazer muito mal, especialmente porque a verdade no íntimo lhe conta outra história. Se insistir...você poderá aprender a dizer o que não crê e não sente...e isso faz muito mal ao coração. Prova disso foi o conselho que você deu ao amigo na net—cuja carta eu não transcrevi—, e no qual você estava tratando a coisa de um modo muito simplificado, esquecendo-se de como as coisas são complexas para você mesmo. Há duas coisas estranhas na Bíblia sobre amor. Primeiro: o maior amor da Bíblia—fora o óbvio, o amor de Deus, é claro!—não aconteceu entre um homem e uma mulher, mas entre dois machos amigos: Davi e Jonatas. E ambos se amaram à distância; e Jonatas nunca negou o seu amor; e também nunca deixou de viver com o pai, Saul, apesar de seu coração estar com Davi, como amigo. Estaria Jonatas sendo insincero com o pai por amar aquele ao qual este odiava? É claro que não...Num mundo caído nem todos os que se amam podem viver nas condições que gostariam...e, neste caso, grandes renuncias são demandadas...grandes silêncios também...e os caminhos prosseguem...mas o amor não muda. Segundo: o tratamento de Davi à Bateseba depois da visita de Natã, depois de sua tomada de consciência sobre o pecado cometido, e depois da morte do filhos que lhes nasceu daquele ato de traição contra Urias, o marido dela. Para um religioso a atitude de Davi era inconcebível. Isto porque não havendo mais cura...estando tudo e todos em condições irremediáveis...diz o texto que Davi foi até Beteseba, a consolou, a confortou, esteve com ela, a amou, a possuiu, e ela lhe deu um filho que veio a ser Salomão. Nenhuma disciplina recomendaria tal tratamento humano e digno. Não havendo mais remédio para o mal...Davi o fez tornar-se o menor mal possível. No nosso meio, não havendo remédio para o mal, faz-se o mal tornar-se o pior possível. Digo-lhe isto porque há muitas formas de ser bom e digno. E sei que Deus vai ensinar a você neste caminho. É tudo que com respeito pelo seu coração, sua alma e sua história eu posso lhe dizer. Estarei orando por você! Nele, que levou sobre Si as nossas dores—inclusive as do coração, Caio *************************************************** Terceira Carta: Amado irmão, Quando cheguei de manhã e fiz o login no meu micro, uma grata surpresa me saltou os olhos. Não tive interesse por mais nenhuma atividade até terminar de ler sua resposta. A cada linha que eu lia o meu coração dava um salto, num misto de emoção e surpresa. Quando dei por mim uma lágrima rolou, e logo constatei, como já havia percebido anteriormente, que o irmão é uma pessoa sincera e consegue chegar bem dentro dos corações. Assim que terminei de ler eu imprimi o conteúdo, e no dia seguinte levei ao terapeuta, e conversamos sobre o que estava escrito; logo concluímos que esses muitos meses de terapia teriam maior valia se houvesse da minha parte uma entrega maior, como fiz com o irmão. O terapeuta disse que você a ajudou a me tirar da caverna; e combinamos que vamos utilizar sua resposta como ferramenta para ajudar no meu tratamento. Estou muito satisfeito com o que li, e tenho pensado muito sobre tudo. Nunca imaginei que fosse merecer sua resposta de forma tão aplicada, coerente, e principalmente levando em consideração as centenas de e-mails que você deve receber diariamente. Mudando de assunto, Sou assinante da revista Eclésia desde os tempos que a mesma era Vinde. Ontem recebi a ultima edição em casa, e fiquei um pouco surpreso com o que li, pois já havia lido muitas coisas diferentes do que estava escrito Revista aqui em seu site. Hoje quando acessei o mesmo eu percebi que realmente foi obra de sensacionalismo, e estão utilizando de sua popularidade para aumentar o "ibope" da revista, que por sinal tem deixado a desejar nos últimos tempos; e nem sei se pretendo continuar assinante da mesma. Exceto pelas devocionais dos pastores Ed René e do Ricardo Barbosa, o resto pode ser descartado sem prejuízo. Gostei de ler sua réplica e espero que os mesmos dediquem o mesmo espaço da matéria para que haja transparência, e nada seja censurado pelo bem da verdade. Estarei também enviando à redação da revista meu repúdio pela reportagem infeliz e sem fundamento. Amado pastor, em nome Daquele que leva as nossas causas com total isenção, estarei orando por seu ministério tão frutífero e responsável. *************************************************** Minha Resposta: Amado amigo em Jesus, Saiba que estou aqui, com alegria em poder ser, de alguma forma, instrumento da bondade de Deus nas vidas de meus irmãos. Ore por mim. Nele, que nos isenta de culpa, pelo Seu sangue, Caio