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Cartas

DE UM LEITOR: COMO LEIO ESTE SITE

DE UM LEITOR: COMO LEIO ESTE SITE

Caro amigo Dando a passadinha de praxe, deparei com seu texto que sugere como você leria o site, tentando se colocar na pele daqueles que estão do "lado de cá". Achei muito interessante sua abordagem. À guisa de sugestão, eu indico uma outra forma de fazer essa "leitura", baseado na minha experiência pessoal de "navegador" pela Web. Eu começaria a ler pelas Cartas, buscando entender, pela forma como o líder do site se relaciona com as pessoas, se há "empatia" entre essa pessoa e eu. Tentando me explicar melhor: se o cara que escreve tenta impor conceitos, é rígido e dogmático em aspectos de moral, assume uma posição de "dono da verdade"... Se for assim, eu (...e falo apenas por mim...) não tenho o menor interesse em me aprofundar sobre aquilo que o cara pensa ou deixa de pensar. "Estou fora" e o clique do mouse me leva para outro lugar. O que me interessa, em primeiro lugar, é a "praxis" do sujeito; isto é, o que as respostas às cartas mostram. Afinal, o ensinamento de Jesus é uma abordagem de vida extremamente prática. A questão é como as pessoas aplicam isto no dia a dia: poucos sabem fazer isto da forma que Jesus ensinou, muito bem caracterizada na frase "eu não te condeno, vai e não peque mais", dirigida à adúltera, que estava a ponto de ser massacrada pela vida. Espero que esta reflexão seja uma contribuição válida para você e seus leitores. Um beijo Vinicius Moura _____________________________________________________________________ Resposta: Vinicius, amigo querido! Eu também faria assim. No entanto, os que se sentem meus inimigos, e que sofrem de males básicos, como inveja e frustração pessoal, são intoxicados de mediocridade e espírito de juízo. São eles que espalham por aí que meus temas são todos sexuais, visto que, nas Cartas, assim como na vida, a sexualidade das pessoas é o tema prevalente. Foi a eles que respondi, pois, deliberadamente, tentam fazer de tudo para me fazer ser o que eles gostariam que eu fosse. Esses são maldosos e pequenos pelo preconceito. Ora, todos os temas da vida me interessam, e nada que seja humano me escandaliza! Portanto, lido com qualquer tema de modo tranqüilo, pois, não vejo em ninguém um "outro", mas eu mesmo, conforme Jesus ensinou que fosse. E quando aconselho alguém, faço-o levando em consideração três coisas: o espírito do ensino do Evangelho, a idade e as circunstância da vida da pessoa, e, trato-a como gostaria que me tratassem, não importando qual fosse a minha dor ou disfunção de meu comportamento ou alma. Todavia, não passo o dia pensando em temas de nenhuma natureza. Leio de tudo por puro prazer. E me divirto com a família; e também no Discovery, no National Geographic Channel, e no Premiere Combate, vendo lutas livre e Jiu Jitsu. De fato, Jesus nunca se empolgou com palavras e nem com confissões piedosas. Ele sempre olhou o coração, por mais "digno" que fosse o tema proposto. Daí o "jovem rico" ter sido tratado com amor severo, embora sua "questão" fosse aparentemente boa, mas suas motivações eram erro simples e deliberado. Do mesmo modo, é o Samaritano Legal aquele que carrega sobre si a verdade, não porque tivesse um "arcabouço teológico correto", mas porque, mesmo sem "doutrina alguma", carregava em seu caminho o único Dogma de Deus: o amor que age. Sinto grande prazer em responder a todas as pessoas. Deus sabe. E fico mais feliz ainda quando vejo que aquelas simples linhas, escritas com sinceridade e com os três pressupostos que mencionei acima, pela ação do Espírito, produzem grandes libertações. O que desejo é que as pessoas saibam que aqui há um homem. Sim, um homem que em Cristo é inescandalizavel; e que a todos trata com acolhimento, respeito, e verdade. Além disso, quero que todos confiem e se abram, pois se há algo matando a alma dos cristãos é a hipocrisia e a falsificação da real natureza humana. Portanto, folgo em saber que quem escreve sabe que aqui não tem "caô". Receba meu beijo e carinho. Nele, em Quem aprendo que nada humano é objeto de escândalo, exceto quando feito contra os pequeninos, Caio