Português | English

Cartas

De quem peitou até os que se diziam amigos!

De quem peitou até os que se diziam amigos!

Dados: Nome:Alexandre Ximenes Mensagem: Amado, Você não pode calcular a minha alegria. Chego às lágrimas em ver e pressentir o que Deus vai fazer e está fazendo. Algo que abalara as estruturas da igreja no Brasil com desdobramentos no mundo inteiro. Falo de abalo, não no sentido marketeiro da palavra, mas, na limpeza da fé genuína, solta, livre, amarrada apenas ao Mestre e Libertador. E não a um trocador de algemas. Deus te use. Não vejo a menor novidade nisto. Sou feliz por pertencer a esta geração. Peço ao Pai que me dê vida para duas coisas: criar meus grilinhos e ver você doidamente usado pelo Epírito, para a loucura dos homens. Ô maravilha!!! Neste dia, creia, vou ficar pisando em estrelas como Na música de Braguinha. Nunca vi diferente. Tá chegando. Deus te dê o coração dEle nesta hora. Quero estar junto para me embriagar de felicidade na festa da libertação e na romaria que volta do cativeiro. Aleluia. Beijão meu amigo verdadeiro e irmão de alegria e choro, Alexandre Ximenes ********************************* Resposta: Meu amigão, Provado pela dor, curtido nos anos, tornado vinho no milagre onde o que vem por último, não é para comparar ao que se havia servido primeiro: você é assim! Nunca esquerei aquele encontro de pastores, que rezavam uma missa de sétimo dia, diante do meu caixão, e que depositavam as fétidas flores da quase misericórdia e, concluiam: Esta é uma página vira...o Caio acabou. Então levanta você, e pergunta: Quem deu autoridade a vocês para darem como terminado aquele a quem Deus pode dizer: Põe-te em pé? Só Deus tem a última Palavra! Nunca esquecerei seu amor e sua amizade cheia de dignidade e esperança! Se esse dia chegar, quero você bem juntinho, pois, meu amado, pouca gente creu tanto, amou tanto, foi tão fiel e soube ser amigo como você. Louvo a Deus pelo seu coração grato e misericordioso. Um beijo de amigo verdadeiro. Nele, Caio