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Reflexões

NÃO VENHA PRO CAMINHO COM ESPÍRITO DE FARISEU:filho de zeus!

NÃO VENHA PRO CAMINHO COM ESPÍRITO DE FARISEU:filho de zeus!



Há muita “igreja Evangélica” disponível e para todos os gostos; exceto para quem tem bom gosto e deseja sentir o simples gosto do Evangelho. Portanto, fica aqui um pedido: quem for ou tiver sido “evangélico”, ou tiver tido “trauma evangélico” e tenha ficado amargurado, crítico, desconfiado, e cínico, não procure o “Caminho da Graça”; pois, não temos tempo a perder com gente que deseja “Reformar o Sinédrio Evangélico” e pensa que esta é nossa intenção; e não é. “Reformar o Sinédrio Evangélico” é sonho de fariseu; sonho esse que Jesus nunca sonhou; por isto mesmo nada fez a respeito! Tenho dito que é mais fácil haver uma “reforma na igreja católica”, em razão de sua centralização e identificabilidade histórica, do que entre os “amorfos-evangélicos”, que são como uma Hídra de muitas cabeças-loucas; e que sofrem da Síndrome de Babel: não falam em “outras línguas as grandezas de Deus” (Pentecoste), mas sim “suas próprias linguas”; e é apenas para expressar seu descontentamento essencial com a vida e com tudo. Esses falam a “língua” que Tiago disse que está “inflamada pelo inferno” e que tem o poder de “destruir toda a carreira de um ser humano”; sem falar que de tais “línguas ambíguas”, tanto jorra o que é “doce” (como média; na minha presença), como também o que é “amargoso” (sempre na minha ausência). Por esta razão, a esses eu digo: “Amigos! Obrigado pela sua juda, mas eu passo...” Além disso, quando iniciei com alguns amigos o “Caminho da Graça”, não foi como “alternativa” aos “evangélicos”. Na realidade não foi e não é. Jamais faria ou começaria algo “alternativo”. Não conheço “Evangelho Alternativo”, mas tão somente o Evangelho Único e Absoluto. “Evangelho Alternativo” é o que Paulo chama de “outro evangelho”. Nesse caso, é o “evangelho-evangélico” aquilo que, hereticamente, se tornou “alternativo” ao Evangelho Único e Absoluto. De fato, toda vez que aparece um “evangélico” magoado no “Caminho da Graça”, me dá calafrios; pois sei que é problema sempre. Sim, porque para eles somos de-mais ou de-menos. O fato é que gostariam que fôssemos um híbrido conforme os desejos deles. Porém, não somos e nem seremos. O fato é que não tenho barganhas a fazer com os “evangélicos”. Assim, peço: desistam de mim; pois não tenho como fazer mais parte desse “negócio”. Portanto, quem não crê conforme tenho deixado claro que cremos, não venha (é simples assim...); pois não há como tal pessoa possa nos ajudar e nem nós a ela; visto que ela mesma não se ajuda; e chega viciada naquilo que entre nós já está morto e sepultado em Cristo. Nós, todavia, queremos viver daquilo que carrega o espírito da Ressurreição! Assim, não temos nada a fazer com o fermento dos fariseus (religião das máscaras) e nem com o de Herodes (política e manipulação)! E mais: Me sinto ridículo se tiver que convencer “evangelicos” acerca do Evangelho depois de haver pregado a eles por décadas! O que eu tinha a dizer aos “evangélicos”, eu sei que já disse! O “Caminho da Graça” é para gente do Caminho de Jesus e que está buscando de modo social e cominitário aquilo que já crê de modo individual e existencial. Desse modo, o “Caminho da Graça” não é para gente que precisa ser “convencida” de que lá-aqui é o seu lugar-andante... Isto porque há aqueles que chegam por razões as mais diversas, e nem sempre sadias ou sinceras. Alguns vêm porque têm no espírito a necessidade de somente ficarem se forem “convencidos” (Alguém viu Jesus tentando convencer quem quer que fosse a andar com Ele?). Outros aparecem porque gostam de provocar discussões e debates que para “os do Caminho” já não existem. Há também os não têm o que fazer... e gostam de uma novidade e de um novo programa religioso. Sem falar nos que chegam porque desejam “reformar” o “Caminho da Graça” a fim de que ele fique no limbo: entre os “evangélicos” e o Evangelho... Ou seja: sem consequências para a vida! São estas as razões pelas quais eu peço para lerem o site; pois o que cremos está lá explicitado com a clareza da luz! Portanto, quem desejar se unir a uma Estação do “Caminho da Graça”, ou deve chegar lá já bem instruído pela leitura do site, no qual somente um demente não vê que todo o conteúdo é o espírito do Evangelho (até os que não gostam de mim confessam isto!) —; ou, então, deve ser alguém que já não tem dúvidas do que quer, no caso de ter sido “evangélico”; e isto por já ter a Palavra em-si-mesmo; e não apenas porque cultue um livro chamado Bíblia, porém sem nada ter discernido da Palavra. Afinal, a própria Bíblia não é argumento de união no Caminho, pois seu único vínculo e vinculador é Jesus e Seu Evangelho. Se a “Bíblia” unisse alguém, os “evangélicos”, pelo seu culto ao Livro, seriam as pessoas mais unidas da Terra. A Bíblia, porém, sem Jesus, é apenas o Livro das Divisões. Sim, sem que Jesus seja a “chave hermenêutica” para a compreensão do Evangelho, a Bíblia serve apenas para criar mais e mais seitas supostamente fiéis a ela. Por isto, digo: ... é melhor não chegarem...; sim, é melhor ficarem onde estão; pois, de fato, não temos tempo a perder fazendo “proselitismo” de crentes-fariseus que nem crêem; e que também nem querem simplismente ouvir, discernir e entender; primeiro para si mesmos, para que a Boa Nova lhes faça bem à vida; e somente depois para os que deles vierem a ouvir qualquer coisa. Na realidade, as pessoas que mais têm o poder de problematizar a jornada simples do “Caminho da Graça” são os judaizantes-evangélicos; ou mesmo aqueles que aprendem, aprendem, mas jamais chegam ao conhecimento da verdade; posto que estão viciados em discussões infrutíferas e que a nada levam! Também quero dizer que o “Caminho da Graça” não é lugar para quem busca “moda”. Não! Ele é apenas um caminho-modo-de-ser, e isto conforme o Evangelho puro e simples. “Moda” é coisa de “evangélico”; os quais, à semelhança dos atenienses, de nada mais cuidam senão de “saber das últimas novidades”. No caso, das últimas “apostoladas evangélicas”. Lá não tem nada disso. O “Caminho da Graça” não tem nada novo, mas tão somente o antigo-novo mandamento ensinado por Jesus. Aqui quero dar uma ilustração de como “modismos evangélicos” podem ser perniciosos; e, em tal caso, nem sempre a culpa é dos pastores; mas sim de um povo “sem pastor” e que se acostumou a viver como borboletas que não sugam nectar, mas tão somente críticas e amarguras. Tomemos a cidade de São Paulo como exemplo desse afã modista-evangélico. Logo após de ter crido em Jesus, uns quatro anos depois disso, a “igreja da moda” em Sampa era a do Tio Cássio. Depois veio a “Comunidade da Graça”. Depois veio a “Batista do Morumbi”. Depois veio a Adohnep. Depois a Renascer. Depois pequenas “universais-renascer”. Depois o “Conselho de Pastores”. Depois vieram a “Batista da Água Branca” e a “Betesda”. E assim vai... Ora, com excessão da Renascer e seus filhotes-anões-clonados (afinal o “apóstolo” me disse, em 92, que estava abrindo uma franquia como a do Mac’Donalds, onde até a “batatinha” tem que ter o mesmo corte...) —; os demais líderes dos grupos acima mencionados, nada fizeram para buscar “ser a igreja da moda”; tendo apenas sido objeto da curiosidade evangélica em geral; e que em São Paulo tem essa característica exacerbada. E fico vendo o pessoal ir e vir... se embalando na falta de raiz e de convicção. Esse povo borboleteante não faz bem ao Caminho, pois nunca caminham, andando sempre em círculos. São como os Israelitas no deserto. Sim, pode-se ficar anos sem vê-los, mas sempre se os encontrará do mesmo modo: parados e adoecidos; sofrendo das mesmas questões; e, para as quais, não buscam soluções, mas apenas irresoluções; posto que vivem delas. Para esses, se se lhes oferece algo simples, lhes parece tão inacreditável que eles têm que já chegar duvidando. Há outros, entretanto, que são viciados em novidades e estão sempre procurando um marketing novo de apresentações religiosas; seja para dizer que conhecem; seja apenas para distrairem-se com a novidade... Sem falar nos que desejam “aprender modos” a fim de ver se cola em algum lugar... Para esses tais é como ser introduzido a um “novo produto” a ser “vendido”... ou irresponsavelmente usado. Assim, fica aqui meu apelo: Se você não for já discípulo da consciência do Evangelho não procure o “Caminho da Graça”. Sim, porque lá não é, ainda, o seu lugar-andante. Além disso, se você é apenas um amargurado evangélico, e que deixou sua “igreja” por desapontamentos pessoais, também não venha. Sim, porque você apenas trará a energia de seus desgostos; e isto não fomenta comunhão, mas apenas questões infrutíferas. O site não é o Evangelho do “Caminho da Graça”. O Evangelho é Jesus. Todavia, se alguém quer estar sob meu pastoreio aqui na Terra, então, saiba: o site www.caiofabio.com é conforme nosso entendimento explicitado acerca do conteúdo do Evangelho; visto que apesar do site não ser um livro de papel e nem ser a “nossa Bíblia”, o que lá está dito é o Evangelho. Todavia, se para você não é assim; ou se você está indo por mera curiosidade; não vá e não venha; posto que a jornada que fazemos é baseada no Evangelho e no que tenho deixado claro acerca de minhas convicções acerca dele. É conforme o Evangelho que o “Caminho da Graça” está caminhando feliz e em paz! Nosso público são aqueles que, pela leitura do site, se identificaram com o que ensinamos acerca de Jesus; ou então é para aqueles que já se cansaram de tanta tolice religiosa que, pela compreensão do Evangelho, querem viver a simplicidade de algo que apenas deseja ser lugar-caminho de fomento da Palavra. Ou ainda é para aqueles que nada sabem de coisa alguma, mas que anseiam pelo Evangelho. Esses últimos são ideais, pois chegam apenas para crescer na Graça; e sem os vícios de doenças de “crentes amargos”. Afinal, para meu entendimento do Evangelho, a mentalidade do Evangelho é pura clonagem do espírito dos fariseus! Digo isto porque, de súbito, tem um monte de gente desejando se uinir ao “Caminho da Graça”. Mas que ainda não compreendeu nada de nada. Ora, como nossa questão nada tem a ver com números, mas com consciência e compreensão, peço encarecidamente a tais pessoas de espírito religioso que não procurem o “Caminho da Graça”; posto que lá-aqui-em-qualquer-lugar-andante... ainda não é o seu lugar de ser-estar-caminhando. Buscamos os publicanos e os pecadores; e com eles comemos e bebemos com alegria; e é também a eles que anunciamos as Boas Novas; visto não sofrerem da “Síndrome de Nazaré”, que é aquela feita da incredulidade dos que dizem: “Isso já sabemos!” O tempo urge, pelo menos para mim e para aqueles que, como eu, já não têm tempo a perder com aquilo que já está morto! Aos que têm vocação para carpideiros de defuntos; ou que amam um velório; ou ainda que choram a morte dos que já morreram... e desejam sepultá-los; digo: “Ou deixem que os mortos sepultem seus próprios mortos...; ou, então, fiquem para sepultá-los; mas não me convidem para sepultar mortos-com-mortos; pois, para mim, não há mais tempo senão para pregar o reino de Deus”. Além disso, não me convidem também para entreter o Baile de Máscaras dos fariseus! Repito: Me sinto ridículo se tiver que convencer “evangelicos” acerca do Evangelho depois de haver pregado a eles por décadas! Fui para aqueles que os “judeus-evangélicos” chamam de “gentios”. Só tenho energia para esses. Aos demais... se entenderam... apareçam. Do contrário, leia a Palavra e a confira com o o que está dito no site, e, em havendo acordo, venha. Do contrário, não venha tentar mudar aquilo que está mudando, pela verdade, o coração de milhares. “Quem beijar, beijou; quem não beijar”, no que diz respeito ao meu tempo, “não beija mais!” O Caminho é Estreito; e no “Caminho da Graça” amamos essa estreiteza. Sim, porque nele e por causa dele, não se entra a menos que se tenha deixado a bagagem toda para trás: toda justiça-própria; toda a malícia religiosa; todo espírito de fofoca; e toda certeza de juízo contra o próximo. Também para trás ficam todas certezas farisaicas; pois, no Caminho, só se anda pela fé; e com muitas ações de Graças. E mais: não estou convidando ninguém a fazer isto, mas apenas dizendo “Vem e vê” àqueles que já querem e desejam o que no Caminho de Jesus há em abundância, e no “Caminho da Graça” há como esperança: a possibilidade de uma vida em amor reverente para com o próximo em razão do entendimento da Graça nos haver simplificado a vida com Deus. O pessoal do “ôba-ôba” (e que foram expostos à Palavra a vida toda) ou pessoal do “blá-blá-blá” (que não têm raizes de vida na Palavra )— nada encontrarão no “Caminho da Graça”; pois, somos alegres, mas terrivelmente sérios com o que estamos fazendo. Como tenho dito, enquanto estiver aqui, e enquanto Deus me der saúde, não haverá meninos brincalhões no “Caminho da Graça”. Para esses sugiro que comecem a “Vereda Lisa da Graxa!” E aqui estou eu: entre os “judaizantes-evangélicos” e os discípulos do “novo Jesus gnóstico”. Para mim, ambos os grupos ou se convertem ou jamais entenderão o Evangelho da Graça; o qual não é compreendido com a mente, mas tão somente com o coração e pela via da experiência-existencial com Jesus, o qual é o Evangelho. Asssim, quem quiser fazer seu próprio caminho, faça-o; mas não tente criar um estelionato do “Caminho da Graça”; pois, enquanto eu estiver vivo, não será possível, visto que não estou aberto para alterações, pelo simples fato de que o Evangelho é o que é. Assim, levante-se quem quer que seja e onde desejar (... irei... ), e me diga, olhando na minha cara, que o que digo não é o Evangelho. Mas tem de ser cara-a-cara, como Paulo fez com Pedro na Galácia. E como anseio que tenham tal coragem! Infelizmente, todavia, não a têm! Enquanto isto os publicanos e pecadores estão vindo e se convertendo, e a salvação tem entrado em suas casas; mesmo no lar dos Zaqueus de Brasília. Esses amam o que ouvem; e o fazem com sede e avidez. Os fariseus, todavia, zangam-se; ou, então, dissimulam-se, como costumam fazer. Porém, não conseguem esconder quem são; pois, como disse Paulo, as suas obras se tornam manifestas. Portanto, aqui fica meu pedido: quem for de outro espírito, não venha; pois, de fato, o tempo da brincadeira, se houve algum dia, acabou para sempre. Nele, em Quem não havia brincadeira, mas apenas decisões de vida ou morte, Caio