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Reflexões

ABDUZIDOS: mas não será num Disco Voador!

ABDUZIDOS: mas não será num Disco Voador!

 

 

 

 

ABDUZIDOS: mas não será num Disco Voador!

 

 

 

 

 

De onde veio a idéia de Paulo acerca de que nem todos morrerão, pois, alguns de nós que estejamos vivos quando da Volta do Filho do Homem seremos transformados e arrebatados ao encontro do Senhor nos ares?

 

Ora, algum diria: Recebeu por revelação!

 

Sim! Revelação da Palavra falada por Jesus, mas não a partir de uma revelação sem uma Palavra prévia vinda da boca de Jesus mesmo: o Cristo entre nós.

 

Quando vier o Filho do Homem...”, disse Ele:

 

“... um será tomado e deixado o outro...” — seja na mesma cama, seja trabalhando no campo, ou em qualquer lugar; será assim..., subitamente, como o ladrão chega à noite.

 

“... então virão os anjos e separarão o joio do trigo...”

 

“... será como nos dias de Noé...”

 

Estai atentos, pois, na hora em que não cuidardes, o Filho do Homem virá”.

 

Além disso, como a cruz, a ressurreição, a ascensão e a entronização de Jesus acima de todos os poderes, tornaram-se legados existenciais para hoje [crucificado, morto, ressuscitado, e assentado nos lugares celestiais eu estou em Cristo] — e ainda vindo tudo isso seguido da promessa da ressurreição dos mortos, nada seria mais natural do que entender as palavras de Jesus sobre esse “rapto” como parte da própria seqüência de glorificação dos discípulos vivos na história quando da volta do Senhor.

 

Quando os anjos disseram aos apóstolos e discípulos presentes à ascensão de Jesus no Monte das Oliveiras, que assim como Ele estava indo, assim também Ele voltaria — plantaram definitivamente na mente dos discípulos as certezas acima.

 

Se estar em Cristo já tem sua dimensão existencial como crucificação, morte e ressurreição; estendendo-se também para a dimensão que está para além do historiável [que é a certeza em fé de também já estarmos assentados nos lugares celestiais em Cristo Jesus] — então por que não haveriam de crer os discípulos que testemunharam tais coisas [e que as experimentaram como poder do mundo vindouro já presente neles], que as mesmas coisas por eles testemunhadas não lhes fossem também um legado a ser cumprido do mesmo modo como Nele eles haviam visto acontecer?

   

Não! Eles haviam entendido que tudo o que dizia respeito à Cruz como História e à Ressurreição como História, era legado espiritual deles como poder hoje, e, mais que isto: era a própria manifestação antecipada do que a todos os que crêem haverá de acontecer como glória.

 

Assim, quem diz crer em ressurreição ou em qualquer outra coisa relacionada ao Bem de Jesus como Legado da fé, esse, por implicação da fé, também deve crer que algum dia, em alguma hora, assim como num abrir e fechar de olhos; ao soar da última trombeta... — os mortos ressuscitarão primeiro, e nós, os que estivermos vivos no corpo, seremos transformados e levados ao encontro do Senhor nos ares.

 

João disse que a si mesmo se purifica todo aquele que Nele tem essa esperança!

 

 

Nele, que me transforma todo dia e que um Dia me transformará para a transformação sem fim-Nele,

 

 

Caio

 

18/09/07

Manaus

AM