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Opinião

HITLER, MADAME BLAVATSKY, E A NOVA ERA...

HITLER, MADAME BLAVATSKY, E A NOVA ERA...

Os que conhecem um pouco de História não se assustam quando ouvem falar que Marx ou Hitler, por exemplo, eram profundamente influenciados pelo poder dos elementos místicos. Em meu primeiro livro (“Onde Está o Infinito Pessoal?”), escrito quando eu ainda era um menino de 22 anos, em Portugal, me vali de várias pesquisas encontradas por mim à época, a fim de mostrar a ligação estranha que havia entre Marx e certas crenças do Ocultismo. Já em meu livro “Nephilim”, escrito em 1999 na Flórida, eu também mostro as incontestáveis relações entre Hitler e o Ocultismo, e como ele não apenas tinha experiências de natureza espiritual aterradoramente demoníacas, como também buscava a interferência de médiuns em suas decisões; e que andava conforme era instruído. Na realidade, tanto no caso de Marx como no de Hitler, tais coisas não carregavam o impacto que elas hoje geram em nós quando as associamos, por exemplo, a um “ateu” como Marx. Sim. Porque o Marx de então era um ateu oficial no Cristianismo e no Judaísmo, mas não era ateu em relação aos fenômenos do mundo espiritual. No Século IXX na Europa muitos intelectuais interessavam-se pelo espiritismo, o ocultismo, as sociedades secretas, a maçonaria, e as varias formas de alquimia. Ora, tanto Hitler como Marx viveram sob os eflúvios daquela Era. No caso de Hitler as influencias vieram da famosa Madame Helena Blavatsky, fundadora da Teosofia Ocidental, e uma das mais celebradas figuras da então Nova Era, nos dias de Hitler — e hoje feita rediviva pela atual Nova Era. Na realidade, poucos líderes mundiais dos tempos modernos tiveram tanta influencia mística quanto Hitler. Pelo menos seis importantes médiuns Alemãs e Austríacos mentoraram o ditador. Dos médiuns veio a Hitler a certeza de que ele era o menino profetizado a nascer em 20 de abril de 1889, dia do nascimento de Hitler, e que seria o precursor de uma Nova Era. Basicamente foi Madame Helena Blavatsky quem afirmou que haveria uma nova raça a surgir na liderança da Civilização, a dos Arianos, e, portanto, para que tal acontecesse, a antiga raça, aquela que forjara todo o espírito do mundo Ocidental, a raça dos judeus e semitas, deveria ser extinta — pois, do contrario, o novo tempo não chagaria. Daí veio a “Solução Final” contra os judeus algumas décadas mais tarde! As influencias sobre Hitler exercida pelos médiuns foi imensa. Há muitos livros hoje em dia que detalham tais fatos. Na Internet mesmo se pode encontrar milhares de informações sobre o tema. Ontem, dia 14 de novembro, por exemplo, o “History Channel” apresentou um rico documentário sobre tais influencias na vida do ditador Alemão. Ora, basicamente os elementos da espiritualidade que forjaram Hitler são os mesmos que hoje alimentam a chamada Nova Era, ou mesmo o livro de Dan Brown, o Código Da Vinci. Há um caminho sendo pavimentado no mundo. Há uma espiritualidade sendo gestada no coração da humanidade. Há uma esperança de um messiado que nada tem a ver com Jesus, mas que se aguarda surja na Terra. Hitler foi apenas uma manifestação grosseira de algo que hoje já não tem geografia, mas que se tornou um pensamento Global, e que está por trás de muito daquilo a que chamamos espiritualidade, ou mesmo se faz vincular a muito do que se define como posição política “politicamente correta”. É bom abrir o olho, pois, tais coisas acontecem para enganar se possível os próprios eleitos. Hoje é feriado, dia 15 de novembro de 2006. Não estou com tempo para escrever. Porém, gostarei muito de numa oportunidade próxima mostrar a relação de pensamento entre os dias de Hitler e os dias atuais. Por hoje fica apenas a provocação. Nele, que nos ordena estarmos vigilantes e apercebidos, Caio