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Devocionais

OUTRO BEM NÃO POSSUO...

OUTRO BEM NÃO POSSUO...

Olá meu caro irmão Caio: A Graça e a Paz sempre de Jesus Cristo, nosso Amigo, Senhor e Salvador! Esta mensagem é somente para dizer que está sendo uma alegria estar aos domingos junto contigo e com os irmãos. Sempre li os seus livros e textos de reflexão, mas nunca tinha tido o privilégio de estar contigo pessoalmente, o que é muito melhor. Falo isso em meu nome e de minha esposa. Estávamos, como muitos, a procura de um lugar saudável para estar congregando e ouvindo a pregação do Evangelho. Temos crescido muito como gente; pode apostar. As palavras ministradas, o conteúdo do site, enfim, tudo o que Deus tem colocado no seu coração e de bom grado tem chegado até nós, tem servido para que nos olhemos a nós mesmos e procuremos mudar pra melhor. Sem neuras, sem crise, sem peso. Admiro a sua firmeza e ao mesmo tempo a sua ternura em colocar as palavras. Está sendo muito bom caminhar o Caminho no “Caminho da Graça”. Olha só, Caio, tem uma reflexão sua sobre o Salmos 16 (que transcrevi de uma fita k7), e que sempre leio; e gostaria de lhe enviar, caso seja útil (peço que confira se eu não esqueci de algo). No mais um grande abraço cheio de sentimentos de paz e alegria, tanto pra você quanto para os seus familiares. Roberto, Giselda, Samuel, Rebeca e Gabriela. __________________________________________________________________________ Reflexão – Salmos 16 1 Guarda-me, ó Deus, porque em ti me refugio. 2 Digo ao Senhor: Tu és o meu Senhor; outro bem não possuo senão a ti somente. 3 Quanto aos santos que há na terra, são eles os notáveis nos quais está todo o meu prazer.4 Muitas serão as penas dos que trocam o Senhor por outros deuses; não oferecerei as suas libações de sangue, e os meus lábios não pronunciarão os seus nomes. 5 O Senhor é a porção da minha herança e do meu cálice; tu és o arrimo da minha sorte. 6 Caem-me as divisas em lugares amenos; é mui linda a minha herança.7 Bendigo ao Senhor que me aconselha; pois até durante a noite o meu coração me ensina. 8 O Senhor, tenho-o sempre à minha presença; estando ele à minha direita não serei abalado. 9 Alegra-se, pois, o meu coração, e o meu espírito exulta; até o meu corpo repousará seguro. 10 Pois não deixarás a minha alma na morte, nem permitirás que o teu Santo veja corrupção. 11 Tu me farás ver os caminhos da vida; na tua presença há plenitude de alegria; na tua destra delícias perpetuamente. Toda a relação do homem com o Criador é na perspectiva de que Ele é Deus e Ele é Senhor. Deus se relaciona com seres conscientes de si mesmos, de sua história, de seu mundo, com seres capazes de uma inteligência que se pessoaliza, que se volta sobre si mesmo, que se descobre. Deus não é capaz de relacionar-se com os humanos sem que essa relação desemboque na percepção de Ele é Deus, é suficiente em si mesmo, e não é só a divindade auto-suficiente, causa de tudo, satisfeita em si mesma; mas é também Senhor. A consciência de que Ele é Deus tem que desembocar na perspectiva de que Ele é Senhor. Se ele é meu criador, e é o único Deus vivo e verdadeiro, Criador do cosmos e de tudo o que existe, e se eu sou subproduto de Seu ato criador, então não há outra perspectiva mediante a qual eu deva ou possa relacionar-me com Ele de maneira sadia sem que seja na perspectiva que O vê como Senhor da minha vida. É por isso que nos capítulos 1 e 2 de Gênesis Deus vai criando todas as coisas, e é nomeado como Criador. Cria céus, cria terra, cria vegetais, cria peixes, cria animais selváticos e domésticos, cria sobejamente, e se nomeia, à medida que vai criando, como sendo o Deus Criador. A ponto de Gênesis 2:3 dizer que após haver criado todas as coisas, como Criador Ele descansa. Mas o verso 4 inicia narrando o fato de que Deus criou homem e mulher. E quando homem e mulher entram na situação da criação, quando eles penetram à realidade histórica da sua própria existência, o texto diz que o “Senhor Deus criou homem e mulher”. Até então Ele era apenas o Criador do Universo. Quando os seres inteligentes brotam, nascem, são feitos, tomam consciência de si mesmos, o texto imediatamente passa dessa relação de Criador e o nomeia agora como Deus e Senhor: “O Senhor Deus”. E a partir daí é assim que Ele é visto, e é nesta perspectiva que Ele é encarado, e é dessa forma que Ele é tratado. Não pode haver um Deus vivo e verdadeiro sobre as nossas vidas se Ele não for também o Senhor absoluto de nossa existência. É por isso que este Salmo que lemos dá conta que Ele é Deus e Ele é Senhor. Senão vejam os primeiros dois versos : “1 Guarda-me, ó Deus, porque em ti me refugio. 2 Digo ao Senhor: Tu és o meu Senhor; outro bem não possuo senão a ti somente.” Não é apenas o Senhor da minha boca, é o Senhor da minha vida. A percepção desse Deus tem que açambarcar estas duas realidades. Ele é Deus, e porque é Deus, em relação a mim, a desembocadura dessa percepção se traduz numa vida de obediência ao Seu senhorio. O Salmista diz inicialmente que Ele é Deus porque Ele é “refúgio”. É a lógica, teológica mais imbatível. “Guarda-me, ó Deus” por uma razão muito simples: “porque em ti me refugio”. Às vezes nós dizemos a Deus “Guarda-me, ó Deus” , mas Deus não nos pode guardar porque nós nos refugiamos em tudo menos nEle. O salmista no entanto quando diz “Guarda-me, ó Deus”, usa a lógica, teológica, imbatível, ou seja, “guarda-me porque é o jeito”. E ele prossegue dizendo que Ele é o Senhor não apenas das articulações verbais, não apenas dos clichês, e da nomenclatura que se dá ao Todo-Poderoso, mas é Senhor cuja percepção de senhorio se traduzia na sua própria vida : “Digo ao Senhor: Tu és o meu Senhor” . Deus não é uma abstração que ocupa as nossas nervosas, adoecidas e necessitadas mentes. Deus não é um Senhor de rotulagens teológicas. Ele é realidade vivente. Nada é mais real, em tudo quanto se possa chamar de real, do que o Deus vivo e verdadeiro. E esse Deus vivo e verdadeiro não tem que ser chamado de Senhor, ao contrário, tem que ser visto e servido como tal. Jesus diz que o ficar chamando “Senhor, Senhor”, sem que se traduza isso em vida, acaba acarretando para nós prejuízos terríveis. O que pode haver no fim é O ouvirmos dizer: “Nunca vos conheci”. O Salmo prossegue nos dizendo quais são as evidências de que Deus é Deus, e é Senhor de nossas vidas. Quais são os frutos que daí sobejam. O quê que aparece. O quê se evidencia. O quê se torna claro. O quê vem à lume. O quê realmente brota dessa vida que O tem como Deus, na percepção e na medida certa, e que aceita a percepção de Deus na desembocadura do Senhorio na sua existência pessoal. Em primeiro lugar, quando Ele é realmente meu Deus e meu Senhor, Ele passa a ser a minha grande riqueza. Quem O vê nessa perspectiva, e O tem nessa conta, enxerga-O e O vê, como a grande riqueza de sua própria vida. Veja só o que nos diz o verso 2, quando afirma a mais rica pobreza: “outro bem não possuo senão a ti somente”. Pobre do salmista, não queria mais nada!! É a mais rica pobreza. Ou então observem o que diz o verso 5, quando diz: “O Senhor é a porção da minha herança“, ou o verso 6 que nomeia a Deus como sendo a herança belíssima do salmista : “é mui linda a minha herança “. O primeiro sinal de que Deus é mais do que abstração na minha cabeça, de que Deus é mais do que apenas um Senhor mencionado, mas é um Senhor obedecido; a primeira evidência é que Ele passa a ser a nossa grande riqueza. Isto questiona profundamente a nossa relação com os nossos próprios bens. Porque nós temos uma tendência enorme ao esoterismo, a uma espiritualização que nunca ganha concreção. Estamos às vezes com os bolsos fartos, com a casa entupida de bens, com recursos algumas vezes até sobejando, e dizemos para nós mesmos que nenhuma dessas coisas é importante, e que o Senhor é a grande riqueza de nossa vida. Mas isso é apenas conversa teológica de agradecidos em tempo de bonança. Na hora em que Deus mexe, fere, toca nos nossos bens, no nosso patrimônio, na caderneta de poupança, no emprego que dá segurança, na estrutura familiar, nas coisas que nos são caras e preciosas; quando Ele checa a nossa confissão teológica com o que realmente temos no coração, na maioria das vezes o que fica claro é que não estamos dispostos a assumir a Deus como a mais rica pobreza. “outro bem não possuo “, diz o salmista, “senão a ti somente “. Não se admire se de uma forma ou de outra Deus começar a nos emparedar, a nos encurralar, a nos confrontar, e a checar, que se o que vaza e o que sai de nossa boca tem realmente a ver com aquilo que de precioso o coração sabe que temos. Se realmente, o Deus que dizemos ser o absoluto dos absolutos da nossa vida, é o absoluto dos absolutos quando Ele relativiza todos os nossos bens e nos tira de nós. O segundo sinal de que Ele é mais que abstração e mais do que mera declaração de senhorio, mas ao contrário, é realidade que altera toda a nossa maneira de ser e de existir, é que quando Deus é Deus e Senhor para nós, então por causa dEle nós temos prazer. Diz o verso 3, como conseqüência disso tudo, o seguinte : “Quanto aos santos que há na terra, são eles os notáveis nos quais está todo o meu prazer” . Simplesmente não pode existir nenhum tipo de afirmação que seja sadia, e que Deus é o Senhor da nossa vida, sem que essa compreensão não nos leve de alguma forma para a relação com os irmãos. Toda relação com Deus há de desaguar de alguma forma numa relação comunitária, de modo que todo o Cristianismo verticalista, intimista, solitário, é patológico. Qualquer relação sadia com Deus acontece, e se manifesta também nas relações horizontais, fraternais, que possamos ter uns com os outros. Quando eu digo que Ele é o meu Deus, e digo ao Senhor “Tu és o meu Senhor “, uma das implicações é “Quanto aos santos que há na terra, são eles os notáveis nos quais está todo o meu prazer “. Prazer de estar junto, prazer de orar junto, prazer de estudar a Bíblia juntos, prazer de dividir nossos bens juntos pra suprir necessidades mútuas, prazer de palestrar-nos e sermos amigos uns dos outros, prazer de nos encontrarmos para louvar e adorar o Senhor juntos. Hoje em dia, mais do que nunca, há uma enfermidade terrível, dominando, assolando, invadindo as mentes das pessoas, que pode ser traduzida na pseudo perspectiva de que se pode manter uma relação com Deus que não seja uma relação que forçosamente nos obrigue à fraternidade comunitária, ao dividir nossos dons, nossa fé, com os irmãos que confessam o mesmo nome, de um mesmo Senhor, que nós dizemos confessar. Em terceiro lugar, quando Deus é Deus, e é o Senhor mesmo da nossa vida, então a nossa fidelidade a Ele não conhece outra opção. Quando Ele é Deus mesmo e é Senhor mesmo, Ele nos encurrala e se torna o grande Único. Veja como no verso 4 este homem é peremptório, é definitivo, não titubeia, não está aberto a barganhas, Deus é Deus e Deus mesmo! Não há deuses. Não há entidades. Não há favores espirituais. Não há nomes a serem nomeados. Não há entidades a serem consultadas. Não há coisa alguma a ser reverenciada. Ele é o único. “Muitas serão as penas dos que trocam o Senhor por outros deuses; não oferecerei as suas libações de sangue, e os meus lábios não pronunciarão os seus nomes”. Quando Jesus é visto como Deus nosso e Senhor nosso, então a nossa fidelidade a Ele não encontra outra opção. Não há nichos. Não há altares. Não há nomes, nem há preces a serem dirigidas a quem quer que seja. Não há poderes a serem invocados. Não há despachos a serem feitos. Não há mesas brancas a serem consultadas. Não há horóscopos a serem obedecidos. Não há supertições a serem consideradas. Não há nomes a serem temidos, e nem sequer pronunciados. Não há trocas a serem feitas. Porque “Muitas serão as penas dos que trocam o Senhor por outros deuses “, inclusive os deuses modernos. Talvez alguns de nós não estejamos encurralados diante da dúvida se adoramos a Jesus Cristo ou à pomba-gira. Mas alguns de nós podemos estar encurralados entre Deus e as riquezas. Entre Deus e o status. Entre Deus e um favor que corrompe. Entre Deus e alguma situação que apenas revela, que se aceita, que Deus não é o absoluto tão absoluto assim da nossa vida. Em quarto lugar, quando Ele é Deus e Senhor mesmo, então dEle passa a ser todo o nosso futuro. Não há mais temores pra diante. Não há manobrismos pessoais. Desistimos de marionetar nossa própria vida. Entregamo-la a Ele, confiamo-la a Ele, descansamo-la nas mãos dEle. O verso 5 diz “O Senhor é a porção da minha herança e do meu cálice; tu és o arrimo da minha sorte “. É o amparo da minha sorte. É a segurança da minha sorte. É a garantia de que a minha sorte é sorte, e não desgraça. É a garantia de que o meu futuro é um futuro a ser esperado. “tu és o arrimo da minha sorte “. Quando se compreende que Ele é Deus mesmo e não escravo dos desígnios humanos, e não acorrentado e preso às conjunturas humanas. Quando se descobre que Ele é Senhor mesmo, nada mais natural do que entregar a Ele nossa sorte. Isso simplifica extremamente a vida. Expurga muito dos estresses e das angústias existenciais que nos acometem. Exila muitas das aflições que nos dominam. Faz banimento de muitas das incertezas que nos prejudicam. Em quinto lugar, quando Ele é Deus e Senhor mesmo, quando O vemos assim, na fronteira da vida acha-se o ameno e o belo. O salmista descreve sua visão da vida numa perspectiva geográfica. Senão notem o que diz o verso 6 : “Caem-me as divisas em lugares amenos; é mui linda a minha herança “. Quando Deus é nosso Deus, quando Deus é nosso Senhor, então mesmo quando estamos na fronteira da vida, achamos o ameno, achamos o belo. Que coisa estranha irmãos. Vocês já viram que no contexto antecedente, pra Davi, a herança era o Senhor. Ele não está aludindo a um pedaço de terra, “O Senhor é a minha porção”, “O Senhor é a minha herança”, “O Senhor é a minha riqueza”, é o que ele diz. A minha herança é bela. E ele diz que quando está na fronteira, na divisa da vida, o que ele vê além é uma bela herança. Poucas passagens ilustram de maneira mais bela o que pode significar a morte de alguém que anda com o Senhor. As divisas, as fronteiras, os marcos, estão enterrados não nos pantanais da vida, não nos desertos da existência, mas as minhas fronteiras, até os meus termos, acabam em lugares amenos. E o que eu vejo além é uma herança belíssima. Se Deus é Deus, a morte deixa de fazer careta. Se Deus é Deus, a morte já não é mais reduto dos dráculas psicológicos nem espirituais. Se Deus é Deus, o que vem além, na fronteira da vida, é o belo, é o ameno, é o céu, é a salvação. É o gozo no Senhor. É a cara risonha, bem faceira e misericordiosa, de Jesus de Nazaré. Em sexto lugar, quando Ele é Deus e é Senhor nosso, então Ele é mestre da nossa consciência, e também da nossa subconsciência. Vejam o verso 7 : “Bendigo ao Senhor que me aconselha; pois até durante a noite o meu coração me ensina “. Ele ministra à minha consciência. Ele me aconselha. Sua Palavra me mostra o caminho. Eu não preciso aprender a acertar por exclusão, depois de errar, errar, e errar, e ficando tão afunilado que aprendo a acertar. Não. Ele pode me aconselhar e quer me aconselhar. E eu posso captar isso no nível da minha própria consciência. Mas, mais do que isso há um nível no qual Deus trabalha, que pode ser o nível da minha própria subconsciência, senão veja : “pois até durante a noite o meu coração me ensina “. Irmãos, esse Deus que segreda mistérios a alma humana precisa ser crido, aprendido e amado. Esse Deus que fala. Que fala através dos símbolos dos sonhos. Que fala através da sua voz no recôndito, no íntimo. Que fala através das suas instâncias, da perturbação e da obsessão de idéias que o próprio Espírito Santo põe no nosso coração. Ensina-nos pela Palavra. Ensina-nos e aconselha-nos com instruções claras e objetivas, mas fala até mesmo ao nível da nossa profundidade maior. Ele quer ser mestre da nossa consciência e também da nossa subconsciência. Quer encharcar. Quer invadir. Quer dominar. Quer meter-se. Quer enfiar-se em todas as dimensões da nossa vida, e quer que a Sua Palavra mergulhe até as regiões mais abissais de nosso ser. Em sétimo lugar, quando Ele é Senhor e é Deus mesmo, Ele é a presença maior que todas as presenças de nossa vida. Vejam o que diz o verso 8 : “O Senhor, tenho-o sempre à minha presença; estando ele à minha direita não serei abalado “. Prestem atenção no seguinte: O importante não é se eu estou na presença de Deus, o importante é se Deus está na minha presença. Na presença de Deus eu não tenho jeito de não estar. Agora, se Deus está na minha presença é outra coisa. É a grande tensão teológica entre o Deus Onipresente e o Deus que participa de maneira moral, comprometida com os atos e os compromissos da minha própria vida. Perante o Deus Onipresente eu estou sempre. Mas ter Deus na minha presença, ter Deus avalizando a minha vida, ter Deus como sócio e parceiro de existência, somente quando Ele é Senhor para ser obedecido. Ter o Senhor vivendo conosco, em parceria com a nossa existência, é a garantia não de que não teremos dificuldades terríveis, mas a garantia de que elas não nos abalarão: “estando ele à minha direita não serei abalado “. E prossegue o salmista dizendo que, quando Ele é Deus, e é Senhor, então Ele é a nossa certeza de vitória sobre a morte. E aqui, os versos 9 e 10 são versículos usados de maneira farta no Novo Testamento, aplicados à ressurreição de Jesus Cristo, e à sua vitória sobre a morte. Primeiramente é Pedro quem usa em Atos dos Apóstolos, no sermão pentecostal, afirmando que Deus não deixou Jesus Cristo na morte, mas que O ressuscitou para que Ele não visse corrupção. Paulo usa mais adiante no mesmo livro, e também em I Coríntios 15, quando repete essa mesma porção das Escrituras, pra demonstrar que havia base Bíblica sobeja pra que se cresse e se esperasse que Deus não permitiria que Jesus Cristo apodrecesse na morte, antes Ele não deixaria que o Seu Santo visse corrupção. Quando Deus é Deus nosso e Senhor nosso, Ele é a certeza de nossa vitória sobre a morte. Quando Cristo ressuscitou da morte, a escatologia, as últimas coisas se fizeram presentes aqui e agora, como sinal definitivo, para eu amá-lo, servi-Lo, e pra que eu O obedeça. Caio