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HELP! I NEED SOMEBODY! – Caio!

HELP! I NEED SOMEBODY! – Caio!

   

HELP! I NEED SOMEBODY!Caio!

 

Gente boa de Deus!

 

Antes de tudo, a fim de que você possa me entender melhor no que escreverei a seguir, peço que você ouça o seguinte link:

http://www.youtube.com/watch?v=9ibX3TejlZE

Rsrsrs! Vamos lá!

Acabo de chegar do Rio, tempo no qual estive sem Internet. Quando abri o e-mail hoje, quase desmaiei só de ver as centenas e centenas de e-mails; de fato, milhares.

Fico desalentado. Lê-los é tarefa sobre-humana. Torna-se inumano. Angustia-me. Esmaga-me. Canso antes de começar.

De fato, não dá vontade de começar nada, mas apenas de continuar com o que for “e-mail nosso de cada dia” e deixando para trás “os e-mails que para trás ficam” — e assim fazendo, podendo, então, olhar apenas para o “e-mail possível”, que é o e-mail que chega quando você está lá... “respondendo e vendo”.

Ou seja: on line...

Ora, meu computador, se eu não estiver viajando, está sempre “on line”, mas eu não fico on line; posto que eu seja on line para a vida como um todo e não apenas para a Internet. 

A Internet faz parte da minha vida, do meu dia; mas não é e jamais será a minha vida; posto que hoje faça parte de nossas vidas, mas, não é nada além de mídia, para ser usada, não para ser um altar de devoções ininterruptas.

Gente boa de Deus!

Como dizem os brasilienses influenciados pelos goianos: “Eu não dou conta!” Rsrsrs.

No dia a dia, faço o seguinte:

Acordo cedo. Cuido dos pássaros e molho o jardim. Tomo café. Então, leio a Bíblia, muitas vezes no próprio computador, pela facilidade na comparação de textos e versões, quando é o caso, ou quando em certos dias seja o meu interesse ler no computador. Então saio para fazer pagamentos e comprar coisas para obras que estou sempre fazendo — agora é a “Tenda do Caminho”, que fica na frente de minha casa. Aí pelas nove e meia atendo as primeiras pessoas. Em geral, na média, duas por manhã. A seguir, então, vou ver as obras na frente de casa. Depois, ao retornar, vejo o que o computador já baixou e fica baixando sempre... Começo a responder... Primeiro as aflições... Depois as coisas do “Caminho da Graça” ou de amigos. Às treze horas paro tudo e dou total atenção à minha mulher, filhos e neto. Almoço. Descanso uns trinta minutos vendo algum documentário. Às quinze horas começo a gravar todas as terças, quartas e quintas. Quarta à noite tem reunião na “Tenda do Caminho”. Ora, em geral, exceto às quartas-feiras, volto ao computador depois das gravações e trabalho tentando atualizar o inatualizável, pois não pára nunca de entrar e-mail...

Entretanto, de três anos para cá, muito raramente entro na Internet à noite, limitando-me apenas a ficar com a Vem e Vê TV ligada o tempo todo, sendo monitorada por mim, enquanto vejo também outras coisas ou apenas converso com a Adriana ou com a família. Uma noite ou outra atendo alguém muito aflito ou recebo amigos ou parentes em casa. Antes, porém, não era assim. Digo: não um antes como “antes”, no “passado louco”, tempo no qual tudo o que faço hoje seria considerado por mim uma existência de aposentado. Rsrsrs.

Graças a Deus, no entanto, não apenas deixei aquela vida, mas, também, embora estivesse, mesmo depois de 1998, ainda trabalhando demais, escrevendo demais, e atendendo gente demais; todavia, de alguns meses para cá, meus dias têm sido conforme acima descrevi, exceto nos sábados de manhã, quando recebo apenas uma pessoa, e, logo depois, trabalho umas três horas no site ou nas cartas, parando aí pelas onze e meia da manhã, e não mais abrindo o computador para trabalhar durante todo o sábado, limitando-me a deixá-lo “on” na Vem e Vê TV, bem como na radio. Tudo no jardim, enquanto a família se reúne; e quando os filhos não estão em casa, aproveitando o jardim com muita alegria na companhia de minha mulher.

No domingo cedo, depois das rotinas já descritas, trabalho mais umas duas horas no site. Então, prego no domingo à noite; e paro até segunda-feira, quando tudo recomeça...

No inicio do site, quando morávamos em Copacabana e o site estava ainda pequeno, cheguei a trabalhar até 18 horas por dia, escrevendo e escrevendo, além de responder até algo como uns trezentos e-mails em um dia.

Então, meus tendões estouraram... Meus dedos perderam os reflexos. Pensei que estava ficando aleijado de tanto escrever...

Ora, parei várias vezes. Aqui no site — lá no fundo dele, nos primeiros anos aqui guardados para quem quer que deseje fazer a leitura de baixo para cima, vindo do antigo para o atual — se verá em vários textos as minhas confissões de dor e impossibilidade de continuar a responder tantas cartas.

Foi quando comecei a “implorar” que somente me escrevessem o que já não estivesse respondido nos conteúdos do site, assim estimulando as pessoas a crescerem, a serem pacientes, a andarem com as próprias pernas; e mais: a me tratarem como o que sou: apenas um homem que ama, mas que sente dor e tem limitações físicas, além de, Graças a Deus, também ter uma vida, com família e tudo o que o que mais seja vida e necessidade.

O que acontece muito é que a pressa é do diabo...

Então, a pessoa recebe um e-mail com algo escrito por mim, e, ao invés de vir ao site ler e pesquisar, sem saber de nada do que já está disponível de todos os modos possíveis e com todas as facilidades, sai logo me escrevendo e me pedindo para começar tudo de novo, me perguntando algo que, em relação ao que se tem no site, seria como indagar quem descobriu o Brasil.

Hoje não dá nem mesmo para reclamar do “sistema de busca do site”, que era a maior fraqueza dele. A Busca pode ser feita por Título ou por Palavra especifica dentro do corpo dos textos todos, canal a canal do site.

E mais: no site há e-books gratuitos, radio com mensagens várias vezes ao dia, e uma TV aberta a todos; a Vem e Vê TV.

Além disso, temos o “Divã do site”, com a minha irmã Ana. Temos o Chico atendendo a todas as questões possíveis, conforme tenho divulgado. Temos o Edvaldo tratando de questões técnicas. Temos a Lesimar atendendo a Loja do site: pedidos de livros, CDs e DVDs.

Ora, ... assim mesmo, com todas essas facilidades, me perguntam tudo, de quanto custa um livro cujo preço eu não sei [nem de um e nem de nenhum...], até gente que me escreve para me pedir para contatar qualquer das pessoas acima... rsrsrs.

Gente boa de Deus! Eu não dou conta!

Por isto, estou implorando que me entendam, que não me considerem nada além de honesto com todos e comigo!

Sim! Estou pedindo que, pelo amor de Deus, me façam três coisas se puderem — e sei que podem:

1.        Que não me mandem uma Carta com questões sem antes pesquisarem no “sistema de Busca do site”. Por favor! Sim! Me ajudará muito! Meus dedinhos agradecem e meu coração-físico também fica eternamente dês-fibrilado de gratidão. Sim! Pois estou consciente que, entre outras razões, o aumento de minhas fibrilações decorre também do stress dessa divida infinda com os que me escrevem e me cobram do que eu mesmo já trabalhei antecipadamente para resolver; escrevendo neste site uma quantidade tão variada de temas e conteúdos, que quase todas as coisas que me escrevem já estão previamente respondidas, pelo menos como opinião minha. Mas que, entretanto, parece não se tornar um conteúdo útil enquanto eu não mando uma mesma coisa já escrita anteriormente, a fim de que a pessoa leia, somente com seu nome em cima e minha assinatura em baixo. Faz sentido ou é coisa de menino? Rsrsrs!

2.        Que você pare de dizer: “Escreva para o Caio! O Caio responde a todo mundo!” Ora, não faça isto. Primeiro porque somente Deus responde a todo mundo. Portanto, ao invés de me escrever, ore. Segundo porque eu respondo a qualquer um, mas não a todo mundo. Sim! Pois se eu alcançar a carta ou se ela me encontrar na hora, eu respondo na hora, com todo amor e dedicação, mas não a todas, pois, são tantas que jamais poderia ser um atendimento a todas. Portanto, o que aqui faço é simples: oro ao Pai e peço que Ele me mande e me deixe ver as cartas certas na hora em que eu esteja trabalhando... E, assim fazendo, faço tudo o que posso. Mas se eu não vir a sua carta e a não responder, creia: seu ato de escrever com sinceridade já é uma oração; e, mais que muitas e muitas vezes, muitos e muitos, me escrevem dizendo: “Escrevi para você. Você não me respondeu. Mas lendo o site encontrei a resposta do Evangelho que eu procurava”. Ou, então, dizem: “Você não respondeu, mas o Senhor me esclareceu!”

3.        Que você me poupe de “coisas para rir” que viajam pela Internet, pois, costumo rir com gente aqui em casa, especialmente com a Adriana, os filhos e os netos; e com amigos; mas não sou um piadeiro Internetiano. Que, do mesmo modo, não me ponha em nenhuma lista. Não leio listas. Se não consigo ler cartas endereçadas a mim individualmente, com problemas sérios, como você espera que eu possa ler seus textos, artigos, pensamentos, ou, como muitos me pedem — para “verificar” seus textos para Blogs ou mesmo livros? Também não me mande convite para lista de amigos. Não entro nisso de modo algum, e meus amigos de verdade, que me conhecem, sabem disso muito bem. Solicito também que se você não me seja intimo como amigo ou conhecido, que não me mande mensagens de slides e outros trecos do gênero. Não é minha prioridade. Vai para a “lixeira”, mas toma tempo que me seria útil ajudando pessoas, mas que é gasto por mim baixando e apagando...          

Assim, peço a você que me escreva se:

1.        O problema for inusitado e angustiante demais.

2.        Se você julgar que seja algo muito importante que eu saiba. Do contrário, leia o site e busque encontrar antes o que eu penso sobre o assunto. Todavia, não havendo nada no site, escreva-me. Mas não me escreva apenas para dizer que me escreveu. Você não precisa disso. E eu não preciso da aflição que causa...

3.        Se você for alguém que saiba que eu conheço você como amigo, e que você, como amigo, deseje falar comigo — pelo amor de Deus não deixe de escrever!

Ora, se for assim, eu poupo um pouco mais a minha vida e forças. E mais: você crescerá ao descobrir respostas por você mesmo. Sem falar que isto ensinará você a pensar e a deduzir. Coisa meio rara entre os cristãos de hoje; digo: pensar e deduzir à luz do todo.

Estou pedindo para ser retirado de todas as listas. Até mesmo na lista do “Caminho jovem”, dos “Mentores do Caminho” e da “Fraternidade no Caminho” — pois, no caso do Caminho Jovem, que é de amigos amados aqui de Brasília, o meu mano Jack me informará de tudo o que for de fato importante que eu saiba. Já nas outras listas, tanto o Marcelo Quintela, quanto o Bregantim e o Chico [muitas vezes o Bento Souto], me mantêm informado do que é essencial e importante — visto que vim do Rio muito decidido a fazer diminuição de stress.

Outro dia escrevi uma carta mais ou menos com o mesmo conteúdo desta, e umas pessoas me escreveram de volta dizendo algo como: “Caio, você se acha, heim?

Dá vontade de chorar...

Eu não me acho nada. Mas aqui não trato de subjetividades. Falo de coisas reais e mesuráveis. Falo do que é. As cartas são reais. Chegam. Demandam. São estatisticamente avaliáveis. Não são cartas de mim para mim. E mais: falo de minha impotência e impossibilidade de dar conta de tudo.

Sim! Falo de minha impotência, não de minha importância.

Portanto, em nome do amor, solicito que, a fim de poder ser mais útil, você me ajude nessas coisas simples, pois, assim fazendo, pela misericórdia de Deus, poderei ser útil mais tempo, na mesma medida em que você crescerá muito mais como pessoa que caminha para uma crescente maturidade.

Além disso, informo que logo depois da pequena intervenção micro-cirúrgica que terei no coração daqui a mais uns 15 a 20 dias, considerando que a Vem e Vê TV está no ar e aberta a todos, de graça; e mais: também considerando que meus dedinhos não estão mais agüentando escrever tanto, e, tendo eu ainda tanto a escrever! — passarei a usar a Vem e Vê TV para responder as Cartas, assim como o faço no site, retirando todas as possíveis identificações pessoais do individuo que me escreve, visto que, assim fazendo, usando a TV do site, poupo meus dedos, posto que, até agora, a minha língua e garganta não estão cansados; sendo-me HOJE infinitamente mais fácil falar do que escrever, pois meus dedos descansam enquanto falo... rsrsrs.

Quanto aos que me têm em suas listas, ou mesmo quanto àqueles queridos que estão nas listas que eu mesmo pedi que criassem, como a dos Mentores do Caminho ou da Fraternidade no Caminho, peço aos manos que, sempre que desejarem falar algo comigo, me escrevam diretamente, como quando era antes de haverem os grupos de mentores. Sim, como diz a Adriana, escrevam-me “pessoa a pessoa, pessoalmente”. Rsrsrs. Terei o mesmo prazer e amor ao responder que todos receberam desde o inicio, quando não havia nada do que existe hoje, como, por exemplo, a comunhão do “Caminho da Graça”. Portanto, lembra como foi que nos aproximamos? Continua tudo igual. Com uma grande diferença: hoje você tem rosto, cheiro e história para mim. E mais: hoje eu amo gostando de você, pois, já passamos da virtualidade para o abraço. Ou seja: fica tudo igual quando se tratar de uma necessidade sua. As necessidades das Estações, no entanto, devem ser à priori enviadas para os Mentores aqui indicados por mim: marceloquintela@caiofabio.comcarlosbregantim@caiofabio.comchico@caiofabio.comana@caiofabio.com

O mais...— é entrar no site e ver para quem escrever conforme a necessidade que você tenha.

Gente boa de Deus!

Escrevo isto não para ser mal interpretado, mas na esperança de ser objeto de seu carinho e simpatia; pois, não sei para você, mas, para minha mulher, filhos e netos, sou apenas um homem; e um homem com quem todos eles também gostariam de passar mais tempo, visto que dos 18 anos até aqui fui de tudo e de todos, mas muito menos deles do que sei que o Evangelho me mandar ser e minha alma tem alegria em provar.

Assim, se você me escreveu algo que suporta esta carta, e se o fez nos últimos 8 dias, sugiro que, sendo importante, você me mande outra vez, visto que o que entrou de e-mail nesta minha recente ausência, é muito mais do que dará para eu tentar ler e verificar o que seja, visto que seja demais...

Portanto...

Espero que você aprenda a ler o site.

1.        Lendo não apenas o que está nas Novidades na pagina inicial. Mas, além disso, lendo o que ali está [... nas Novidades...], sem deixar de entrar nos links que estão à sua esquerda no site; e, assim, mergulhando texto a texto, link a link, canal a canal; ou apenas pesquisando conforme o seu interesse ou necessidade.

2.        Leia-o também ao contrario; ou seja: começando do fundo, que é onde estão os textos mais antigos. Portanto, nas Cartas, por exemplo, você deveria começar da carta número dois e tal... — posto que estas “últimas no site”, de fato foram “as primeiras” que escrevi. Ora, assim fazendo você faz a viagem como se hoje fosse janeiro de 2003 e eu tivesse postado o primeiro texto... — facultando assim a você a possibilidade de “peregrinar existencialmente comigo” como milhares o fizeram no dia a dia...; de 2003 para cá.

3.        Quando cansar de ler e pesquisar, ouça a radio, especialmente nos horários das mensagens. O ideal é ouvir as mensagens sem deixar de também ler o site todos os dias.

4.        Aproveite a Vem e Vê TV. Use-a. Divulgue-a. Assista-a com amigos. Crie grupos para verem juntos e conversarem depois. E mais: ajude-a financeiramente sendo um mantenedor. No site você fica sabendo fácil como proceder.

5.        Se você tem amigos que gostam de receber as minhas mensagens e textos, envie um texto que tenha “mexido” com você. Faça isto como você julgue ser sábio. Mas recomende aos seus amigos que dêem uma chegada até aqui e leiam por eles mesmos.

Então, por favor, não fique aí... me julgando e dizendo: “Esse Caio pensa que é alguma coisa!” Ao contrario: lembre que eu estou escrevendo justamente porque digo: Eu creio que a mensagem que prego é de Deus, é o Evangelho, e disso não tenho dúvida. Sei que o site e seus derivados [a rádio e a VVTV] são maravilhosamente úteis a todo aquele que quiser coisa boa e simples de Deus; ao mesmo tempo em que digo: a mensagem é de Deus, eu também sou, mas também sou pequeno; e muito, muito humano; e tenho uma vida a ser vivida com gente de carne e sangue que Deus colocou ao meu lado para que eles e eu sejamos abençoados pela mesma graça de vida comum.

Sinceramente, somente não entenderá quem estiver possesso de espírito imundo! Rsrsrs.

Não é o seu caso! Rsrsrs.

Receba meu beijo e todo o meu carinho!

E saiba: eu sou pequeno e limitado, mas amo com muita largueza!

 

 

Nele, em Quem tenho a alegria, o privilegio e o dever de apenas confessar o que seja verdade e amor,

 

Caio

16 de fevereiro de 2009

Lago Norte

Brasília

DF

Veja outra vez: http://www.youtube.com/watch?v=9ibX3TejlZE

Rsrsrs!

Help!