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APOCALIPSE! PARA SER LIDO HOJE!

APOCALIPSE! PARA SER LIDO HOJE!

 

 

 

 

 

APOCALIPSE! PARA SER LIDO HOJE!

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Deixei os primeiros três capitulos de fora desta facilitação de leitura, pois daqui a uns dias pretendo comentar o texto que segue, e que compreende Apocalipse 4 ao final. Leia com um bom coração.

 

Caio

12 de novembro de 2008.

Lago Norte

Brasília

DF

 

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Depois das primeiras visões sobre as Igrejas da Ásia, eu, João, olhei outra vez, e eis que não somente havia um Portal Aberto no Céu, mas também ouvi a Primeira Voz que antes ouvira, no começo das Revelações, e que era como se uma trombeta falasse comigo, dizendo:

 

Sobe para aqui, e te mostrarei o que deve acontecer depois destas coisas.

 

Imediatamente, eu me achei em espírito em outro ambiente ou dimensão, e eis que vi, armado no céu, um Trono, e, no Trono, Alguém sentado; e esse Alguém que se acha assentado no Trono, era semelhante, no Seu aspecto, à pedra de jaspe e de sardônio.

 

[Era como uma aparência mineral indefinida!]

 

Ao redor do Trono, há um arco-íris que é semelhante a uma pedra de esmeralda.

 

[Como se o feixe do arco fosse de esmeralda densa, mas que carrega o arco-íris].

 

À volta do Trono há também vinte e quatro outros tronos, e, assentados neles, Vinte e Quatro Anciãos vestidos de branco, em cujas cabeças estão coroas de ouro.

 

Do Trono saem permanentemente relâmpagos, vozes e trovões; e, diante do Trono, ardem Sete Tochas de Fogo, que são os Sete Espíritos de Deus.

 

Há diante do Trono algo como um Mar de Vidro, semelhante ao cristal, e também, no meio do Trono e à volta do Trono, estão Quatro Seres Viventes, cheios de olhos na frente e nas costas.

 

O Primeiro Ser Vivente é semelhante a Leão, o Segundo, semelhante a Novilho, o Terceiro tem o rosto como de Homem, e o Quarto Ser Vivente é semelhante à Águia quando está voando.

 

[Assim era a aparência dos seres viventes!]

 

E os Quatro Seres Viventes, tendo cada um deles, respectivamente, seis asas, estão cheios de olhos, ao redor e por dentro; não têm descanso, nem de dia nem de noite, proclamando:

 

Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, aquele que era, que é e que há de vir.

 

Quando esses Seres Viventes derem glória, honra e ações de graças ao que se encontra sentado no Trono, ao que vive pelos séculos dos séculos, os Vinte e Quatro Anciãos prostrar-se-ão diante Daquele que se encontra sentado no Trono, adorarão o que vive pelos séculos dos séculos e depositarão as suas coroas diante do trono, proclamando:

 

Tu és digno, Senhor e Deus nosso, de receber a glória, a honra e o poder, porque todas as coisas Tu criaste, sim, por causa da Tua vontade vieram a existir e foram criadas.

 

Vi, na mão direita Daquele que estava sentado no Trono, um Livro escrito por dentro e por fora, completamente lacrado com sete selos.

 

Vi, também, um Anjo Forte, que proclamava em grande voz:

 

Quem é digno de abrir o livro e de lhe desatar os selos?

 

Ora, nem no céu, nem sobre a terra, nem debaixo da terra, ninguém era digno de abrir o Livro da Redenção da Terra, nem mesmo olhar para ele.

 

Diante disso eu chorava muito, porque ninguém foi achado digno de abrir o Livro da Redenção da Terra, nem mesmo de olhar para ele.

 

 

Todavia, um dos Vinte e Quatro Anciãos me disse:

 

Pare de chorar; pois o Leão da tribo de Judá, a Raiz de Davi, venceu para abrir o livro e os seus sete selos.

 

Então, vi, no meio do Trono e dos Quatro Seres Viventes e entre os Vinte e Quatro Anciãos, de pé, um Cordeiro como tendo sido morto. Ele tinha Sete Chifres, bem como Sete Olhos, que são os Sete Espíritos de Deus enviados por toda a Terra.

 

Veio, pois, o Cordeiro e tomou o Livro da Redenção da Terra da mão direita Daquele que estava sentado no Trono!

 

Ora, quando Ele tomou o Livro da Redenção da Terra, os Quatro Seres Viventes e os Vinte e Quatro Anciãos prostraram-se diante do Cordeiro, tendo cada um deles uma harpa e taças de ouro cheias de incenso, que são as orações dos santos.

 

Eles, os Quatro Seres Viventes e os Vinte e Quatro Anciãos, entoavam novo cântico, dizendo:

 

Digno és Tu, ó Cordeiro, de tomares o Livro da Redenção da Terra e de abrir-lhes os selos, porque somente Tu foste morto e com o Teu sangue compraste para Deus os que procedem de toda tribo, língua, povo e nação e para o nosso Deus os constituíste reino e sacerdotes; e, por isto, reinarão sobre a terra.

 

Vi e ouvi uma voz de muitos anjos ao redor do Trono, dos Seres Viventes, [que estão no meio do Trono e à volta dele], e dos Vinte e Quatro Anciãos, [que ficam assentados em tronos ao redor do Trono] — e a voz de anjos que eu ouvia, era de um número que passava milhões de milhões e milhares de milhares.

 

Ora, essas vozes de muitos anjos proclamavam em grande voz:

 

Digno é o Cordeiro que foi morto de receber o poder, e riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e louvor.

 

 

Então, ouvi que toda criatura que há no céu e sobre a terra, debaixo da terra e sobre o mar, e tudo o que neles há — Sim! Vi que tudo o que existe dizia:

 

Àquele que está sentado no Trono e ao Cordeiro, seja o louvor, e a honra, e a glória, e o domínio pelos séculos dos séculos.

 

 

E os Quatro Seres Viventes respondiam:

 

Amém!

 

Também os Vinte e Quatro Anciãos prostraram-se e adoraram.

 

 

Vi quando o Cordeiro abriu um dos Sete Selos que selavam o Livro da Redenção da Terra, o qual estava selado por dentro e por fora.

 

O Livro começou a ser aberto!

 

Assim, ouvi um dos Quatro Seres Viventes, o que se assemelha ao Leão, dizendo, como se fosse Voz de Trovão:

 

Vem!

 

 

Então eu vi, e eis que vinha um Cavalo Branco e o seu cavaleiro tinha um Arco; e foi-lhe dada uma coroa; e ele saiu vencendo e para vencer.

 

Quando o Cordeiro abriu o Segundo Selo do Livro da Redenção da Terra, ouvi o Segundo Ser Vivente, o que é semelhante a Novilho, dizendo:

 

 

Vem!

 

 

E saiu outro Cavalo, Vermelho; e ao seu cavaleiro foi-lhe dado tirar a paz da terra para que os homens se matassem uns aos outros; também lhe foi dada uma grande espada.

 

 

Quando o Cordeiro abriu o Terceiro Selo do Livro da Redenção da Terra, ouvi o Terceiro Ser Vivente, o que é semelhante ao Homem, dizendo:

 

 

Vem!

 

 

Então, vi, e eis que vi um Cavalo Preto e o seu cavaleiro com uma balança na mão. E ouvi uma como que voz no meio dos Quatro Seres Viventes dizendo:

 

 

Uma medida de trigo por um denário; três medidas de cevada por um denário; e não danifiques o azeite e o vinho.

 

 

Quando o Cordeiro abriu o Quarto Selo do Livro da Redenção da Terra, ouvi a voz do Quarto Ser Vivente, que é semelhante à Águia, dizendo:

 

 

Vem!

 

 

E olhei, e eis um Cavalo Amarelo e o seu cavaleiro, sendo este chamado Morte; e o Inferno o estava seguindo; e foi-lhes dada autoridade sobre ¼ da Terra, para matar pela guerra ou pela violência, pela fome, com a mortandade e por meio das criaturas hostis da Terra.

 

 

Quando o Cordeiro abriu o Quinto Selo do Livro Selado por dentro e por fora com Sete Selos, que o Livro da Redenção da Terra, vi, debaixo do Altar, no ambiente do Trono, as almas daqueles que tinham sido mortos por causa da Palavra de Deus e por causa do testemunho de fé e consciência que sustentavam.

 

 

Esses cujas almas vi debaixo do Altar no lugar do Trono clamaram em grande voz, dizendo:

 

 

Até quando, ó Soberano Senhor, santo e verdadeiro, não julgas, nem vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a Terra?

 

 

Então, a cada um deles foi dada uma vestimenta branca, e lhes disseram que repousassem ainda por pouco tempo, até que também se completasse o número dos seus companheiros de testemunho e o número de seus irmãos que iam ser mortos, como um dia igualmente eles haviam sido.

 

 

Vi quando o Cordeiro abriu o Sexto Selo, e aconteceu grande terremoto. O sol escureceu como se coberto por um saco de carvoeiro, a lua toda ficou como sangue, as estrelas do céu caíram pela Terra como uma mangueira, quando abalada por vento forte, deixa cair os seus frutos maduros, e o céu recolheu-se como um antigo pergaminho quando era enrolado.

 

 

Então, todos os montes e ilhas foram movidos do seu lugar na terra e no mar.

 

 

Os reis da terra, os grandes, os comandantes, os ricos, os poderosos e todo homem escravizado e todo homem livre se esconderam nas cavernas e nos penhascos dos montes, em todos os abrigos profundos, e disseram aos montes e aos rochedos:

 

 

Caí sobre nós e escondei-nos da face daquele que se assenta no trono e da ira do Cordeiro, porque chegou o grande Dia da ira deles; e quem é que pode suster-se?

 

 

Depois disto, vi Quatro Anjos em pé nos Quatro Cantos da Terra, conservando seguros os Quatro Ventos da Terra, para que nenhum vento soprasse sobre a terra, nem sobre o mar, nem sobre árvore alguma.

 

 

Vi outro anjo que vinha do Nascente do Sol, tendo o selo do Deus vivo, e clamou em grande voz aos quatro anjos que antes eu vira em pé nos Quatro Cantos da Terra, aqueles aos quais fora dado fazer dano à terra e ao mar, dizendo:

 

 

Não danifiqueis nem a terra, nem o mar, nem as árvores, até selarmos na fronte os servos do nosso Deus.

 

 

[Então foram selados os filhos de Israel, os que entre eles sustentaram o testemunho do Cordeiro representando aquele povo].

 

 

Ouvi o número dos que foram selados, que era 144 mil, de todas as tribos dos filhos de Israel:

 

 

Da tribo de Judá foram selados doze mil; da tribo de Rúben, doze mil; da tribo de Gade, doze mil; da tribo de Aser, doze mil; da tribo de Naftali, doze mil; da tribo de Manassés, doze mil; da tribo de Simeão, doze mil; da tribo de Levi, doze mil; da tribo de Issacar, doze mil; da tribo de Zebulom, doze mil; da tribo de José, doze mil; da tribo de Benjamim foram selados doze mil.

 

 

Depois destas coisas, vi, e eis Grande Multidão que ninguém podia enumerar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, em pé diante do Trono e diante do Cordeiro, vestidos com vestes brancas, com palmas em suas mãos; e clamavam em grande voz, dizendo:

 

Ao nosso Deus, que se assenta no Trono, e ao Cordeiro, pertence a salvação.

 

 

[Sim! Pois os que são do Cordeiro dentre os filhos de Israel se podem contar  144 mil , mas os que dentre os povos são do Cordeiro são uma multidão que não se pode contar].

 

 

Vi que todos os anjos estavam de pé rodeando o Trono, ao redor do qual estão também os Vinte Quatro Anciãos e os Quatro Seres Viventes — e vi que ante o Trono todos os anjos se prostraram sobre seus rostos e adoraram a Deus, dizendo:

 

 

Amém! O louvor, e a glória, e a sabedoria, e as ações de graças, e a honra, e o poder, e a força sejam ao nosso Deus, pelos séculos dos séculos. Amém!

 

 

Um dos Vinte e Quatro Anciãos tomou a palavra, dizendo-me:

 

 

Estes, que se vestem de vestes brancas, que são uma Grande Multidão, que carregam palmas em suas mãos, e que clamam dizendo: Ao nosso Deus, que se assenta no Trono, e ao Cordeiro, pertence a salvação! quem são e donde vieram?

 

 

Eu, então, respondi ao ancião:

 

 

Meu Senhor, tu o sabes.

 

 

Ele, então, me disse:

 

 

São estes os que vêm da Grande Tribulação [antes anunciada], lavaram suas vestes e as alvejaram no Sangue do Cordeiro, razão por que se acham diante do Trono de Deus e o servem de dia e de noite no seu santuário; e Aquele que se assenta no Trono estenderá sobre eles o seu tabernáculo. Jamais terão fome, nunca mais terão sede, nem o sol os queimará mais, nem ardor algum, pois o Cordeiro que se encontra no meio do Trono os apascentará e os guiará para as fontes da água da vida. E Deus lhes enxugará dos olhos toda lágrima.

 

 

Quando o Cordeiro abriu o Sétimo Selo, houve silêncio no céu cerca de meia hora.

 

 

Então, vi os Sete Anjos que se acham em pé diante de Deus, os mesmos que no início tinham as Sete Trombetas e que prepararam-se para tocar.

 

 

Ora, veio outro anjo e ficou de pé junto ao Altar, com um incensário de ouro, e foi-lhe dado muito incenso para oferecê-lo junto com as orações de todos os santos sobre o Altar de ouro que se acha diante do Trono; e da mão desse anjo que estava junto ao Altar, subiu à presença de Deus a fumaça do incenso, com as orações dos santos.

 

 

E então o mesmo anjo que estava junto ao Altar tomou o incensário, encheu-o do fogo do Altar e o atirou à Terra.

 

 

E houve trovões, vozes, relâmpagos e terremoto!

 

 

Então, os Sete Anjos que tinham as Sete Trombetas prepararam-se para tocar.

 

 

O Primeiro Anjo tocou a trombeta, e houve Saraiva e Fogo de mistura com Sangue, e foram atirados sobre a Terra. Então foi queimado 1/3 da Terra, e das árvores, e também toda erva verde.

 

 

O Segundo Anjo tocou a trombeta, e uma como que Grande Montanha ardendo em chamas foi atirada ao mar, cuja terça parte se tornou em sangue, e morreu a terça parte da criação que tinha vida, existente no mar, e foi destruída a terça parte das embarcações.

 

 

O Terceiro Anjo tocou a trombeta, e caiu do céu sobre a terça parte dos rios e sobre as fontes das águas uma Grande Estrela, ardendo como tocha. O nome da estrela é Absinto; e a terça parte das águas se tornou em absinto, e muitos dos homens morreram por causa dessas águas, porque se tornaram envenenadas e amargosas.

 

 

O Quarto Anjo tocou a trombeta, e foi ferida a terça parte do sol, da lua e das estrelas, para que a terça parte deles escurecesse e, na sua terça parte, não brilhasse tanto o dia como a noite.

 

 

Então, vi e ouvi uma Águia que, voando pelo meio do céu, dizia em grande voz:

 

 

Ai! Ai! Ai dos que moram na Terra, por causa das restantes vozes da trombeta dos três anjos que ainda têm de tocar!

 

 

O Quinto Anjo tocou a trombeta, e vi uma estrela caída do céu na Terra. E foi dada à Estrela a chave do Poço do Abismo.

 

 

A Estrela abriu o poço do Abismo, e subiu fumaça do poço como fumaça de grande fornalha, e, com a fumaceira saída do poço, escureceu-se o sol e o ar. Também da fumaça saíram gafanhotos para a Terra; e foi-lhes dado poder como o que têm os escorpiões da Terra, e foi-lhes dito que não causassem dano à erva da Terra, nem a qualquer coisa verde, nem a árvore alguma e tão-somente aos homens que não têm o selo de Deus sobre a fronte.

 

 

Foi-lhes também dado, não que os matassem, e sim que os atormentassem durante cinco meses. E o seu tormento era como tormento de escorpião quando fere alguém.

 

 

Naqueles dias, os homens buscarão a morte e não a acharão; também terão ardente desejo de morrer, mas a morte fugirá deles.

 

 

O aspecto geral dos gafanhotos era semelhante a cavalos preparados para a peleja; na sua cabeça havia como que coroas parecendo de ouro; e o seu rosto era como rosto de homem; tinham também cabelos, como cabelos de mulher; os seus dentes, como dentes de leão; tinham couraças, como couraças de ferro; o barulho que as suas asas faziam era como o barulho de carros de muitos cavalos, quando correm à peleja; tinham ainda cauda, como escorpiões, e ferrão; na cauda tinham poder para causar dano aos homens, por cinco meses; e tinham sobre eles, como seu rei, o Anjo do Abismo, cujo nome em hebraico é Abadom, e em grego, Apoliom.

 

 

O Primeiro Ai passou. Eis que, depois destas coisas, vêm ainda Dois Ais.

 

 

O Sexto Anjo tocou a trombeta, e ouvi uma voz procedente dos Quatro Ângulos do Altar de Ouro que se encontra na presença de Deus, dizendo ao Sexto Anjo, o mesmo que tem a trombeta:

 

 

Solta os Quatro Anjos que se encontram atados junto ao grande rio Eufrates.

 

 

Foram, então, soltos os Quatro Anjos que se achavam preparados para a hora, o dia, o mês e o ano, para que matassem a terça parte dos homens. O número dos exércitos da cavalaria era de vinte mil vezes dez milhares; ou seja: de 200 milhões; e eu ouvi o seu número.

 

 

Assim, nesta visão, vi os cavalos desses exércitos e vi que os seus cavaleiros tinham couraças cor de fogo, de jacinto e de enxofre. A cabeça dos cavalos era como cabeça de leão, e de sua boca saía fogo, fumaça e enxofre.

 

 

Por meio destes três flagelos, a saber, pelo fogo, pela fumaça e pelo enxofre que saíam da boca dos cavalos, foi morta a terça parte dos homens; pois a força dos cavalos estava na sua boca e na sua cauda, porquanto a sua cauda se parecia com serpentes, e tinha cabeça, e com ela causavam dano.

 

 

Os outros homens, aqueles que não foram mortos por esses flagelos, não se arrependeram das obras das suas mãos, deixando de adorar os demônios e os ídolos de ouro, de prata, de cobre, de pedra e de pau, que nem podem ver, nem ouvir, nem andar; nem ainda se arrependeram dos seus assassínios, nem das suas feitiçarias, nem da sua prostituição, nem dos seus furtos.

 

 

Vi outro Anjo Forte descendo do céu, envolto em nuvem, com o arco-íris por cima de sua cabeça; o seu rosto era como o sol, e as suas pernas, como colunas de fogo; e tinha na mão um Livrinho Aberto. Pôs o pé direito sobre o mar e o esquerdo, sobre a terra, e bradou em grande voz, como ruge um leão, e, quando bradou, desferiram os Sete Trovões as suas próprias vozes.

 

 

Logo que falaram os Sete Trovões, eu ia escrever, mas ouvi uma voz do céu, dizendo:

 

Guarda em segredo as coisas que os Sete Trovões falaram e não as escrevas.

 

Então, o mesmo anjo que vi em pé sobre o mar e sobre a terra levantou a mão direita para o céu e jurou por Aquele que vive pelos séculos dos séculos, o mesmo que criou o céu, a terra, o mar e tudo quanto neles existe:

 

Já não haverá demora, mas, nos dias da voz do Sétimo Anjo, quando ele estiver para tocar a trombeta, cumprir-se-á, então, o mistério de Deus, segundo ele anunciou aos seus servos, os profetas.

 

 

A voz que ouvi, vinda do céu, estava de novo falando comigo e dizendo:

 

Vai e toma o Livrinho que se acha aberto na mão do anjo em pé sobre o mar e sobre a terra.

 

Fui, pois, ao anjo, dizendo-lhe que me desse o Livrinho.

 

Ele, então, me falou:

 

Toma-o e devora-o; certamente, ele será amargo ao teu estômago, mas, na tua boca, doce como mel.

 

Tomei o Livrinho da mão do anjo e o devorei, e, na minha boca, era doce como mel; quando, porém, o comi, o meu estômago ficou a